Compartilhar faz bem

Publicado por Participante Avulso em 13 março, 2010 às 0:30 | 2 comentários
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Por: Tibrão@tibrao

Nem Era de Aquarius, nem campanha para o Haiti. O papo aqui é de sacanagem mesmo!

Há algum tempo eu ficava com uma menina que era peguete de um grande amigo meu. Sujeira? Injustiça? Que nada!

Toda vez que saía com ela avisava-o. Ele fazia o mesmo. Dessa forma ambos pegávamos a gata e ela achava que nos enganava. Se o mutualismo é comum na vida animal, por que conosco seria diferente? A menina ficava com dois (ou mais) caras e tinhamos cobrança zero e tempo livre para ficar com outras meninas. Os três estavam felizes com esse “revezamento” e é isso que importa.

Uma situação semelhante ocorreu com outros dois amigos. A menina era ex-peguete de um e após o fim do rolo acabou se apaixonando pelo outro. A recíproca foi verdadeira e o namoro aconteceu. O amigo-namorado resolveu então se abrir com o amigo-ex-peguete, como quem diz: “se você não quer, tem quem queira”. Recado dado.

Dias depois, o amigo-ex-peguete é visto aos beijos com sua ex e atual namorada de seu amigo. Sujeira? Injustiça? Creio que sim.

A reflexão disso é:

1. Seja num ménage a trois ou numa situação semelhante às citadas acima, todo mundo um dia vai compartilhar uma pessoa com alguém próximo. Saiba aproveitar o momento.

2. Quando isso ocorrer, procure seu amigo. Isso se você considera a amizade mais importante que uma foda banal.

3. Se você gosta de jogar com as pessoas e leva ao pé da letra a filosofia que diz que “furar olho de amigo vale dois pontos”, cuidado. Proteja bem seus olhos e leve um colírio no bolso.

4. Compartilhe só o prazer. Vírus não são bem aceitos.

5. Se quer casar, não recomendo as duas “moças” citadas acima.

6. Antes que me crucifiquem, quem nunca compartilhou um(a) peguete que atire a primeira puta pedra.

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Acontece quando menos se espera

Publicado por Maraisa Bueno em 11 março, 2010 às 0:10 | 33 comentários
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Parei pra pensar um dia em qual seria o verdadeiro motivo para que uma pessoa tenha a famosa e chata “recaída”. Seja por quem está se curando de um vício ou quem disse que não ia ligar pra uma pessoa e acaba ligando ou no quesito amoroso, em que você acabou um conturbado relacionamento e, mesmo assim, fica longe só uma semana e do nada resolve ligar para a pessoa ou quando não vê alguém há décadas, mas, uma hora, do nada, você começa a pensar na pessoa com tanta intensidade que parece que faz cinco minutos que vocês se encontraram.

Algumas pessoas saem à procura da pessoa incansavelmente até encontrá-la para saber como ela está, se lembrou em algum segundo dos  momentos que passaram juntas ou qualquer coisa relacionada. Outras até guardam pra si isso, preferem não falar a respeito, porque também saber onde o(a) cidadão (ã) está ou como está nem vale muito a pena, porque se ele lembrou ou não, se quis saber de você ou não, quem vai acabar sofrendo é quem procurou, porque, nesses casos, o interessado é o que sempre se ferra, querendo ou não (#fato).

Mas, pergunto: Por que isso acontece? Ou melhor: Pra quê isso acontece? Não dá pra entender ou compreender…será que Freud explica? Acho que nem ele conseguiu, porque a mente humana é algo totalmente indecifrável…acredito que nem os melhores psicólogos da face da terra conseguiriam explicar. Se alguém já sabe conta pra gente, porque acredito que muitos morrem de vontade de saber qual o real motivo pra isso acontecer.

Olhei no dicionário o significado da palavra recair e dois dos itens citados foram: “voltar a um estado anterior, que se deixara ou que cessara; tornar-se a cair (em culpa ou em erro)”. Não sei se ter uma recaída, pode criar um sentimento de culpa. Dependendo por quem ou pelo o que recaiu, tudo bem, mas acho que algumas recaídas não podem remeter a isso, porque, às vezes, elas acontecem quando se menos espera e até mesmo quando não se tem mais nenhum contato com a pessoa, como escrevi acima.

Pelo andar, recaída é uma “inimiga”  que chega rápida e ligeira pra atrapalhar a gente. Ela ataca de tal forma que muitos não conseguem controlar o que estão sentindo (filosófico, não?! Rsrs). Alguns descontam na comida (muitas mulheres vão direto na bendita e santa panela de brigadeiro), outros no esporte que praticam (tenho dó que quem leva as pancadas no boxe ou no jiu jitsu ou qualquer outro tipo de luta).

Quando acontece isso com minhas amigas ou até mesmo meus amigos , com ex-namorados(as), principalmente, o único conselho que dou (que muitas vezes, não adianta, porque eles fazem o contrário) é tentar ocupar a cabeça com outras coisas, sei lá, no trabalho, por que não? A dedicação é até melhor, porque você foca naquilo e esquece do mundo.

E depois do trabalho? Leia um livro, monte um blog pra desabafar (escrever pode ajudar e muito, principalmente pra quem gosta de colocar no papel o que sente, porque pode fazer pensar a respeito e se questionar sobre o que é certo ou errado) ou saia com os amigos de verdade que com certeza vão te ajudar. Outra dica, claro: conheça pessoas novas, não há coisa melhor do que novas ideias e opiniões a respeito dos mais variados assuntos na sua vida. Melhor ainda se for alguém do sexo oposto e que pode te ajudar até a esquecer os momentos que passa por uma recaída e até mesmo a pessoa por quem você gostou!

E você? Já teve alguma recaída muito forte? O que fez pra que ela sumisse? Conta pra gente!!

@maraisabf

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Homens, o recreio acabou!

Publicado por Felipe Gomes em 10 março, 2010 às 0:10 | 84 comentários
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Ontem nossa querida Jackeline Aguiar escreveu um texto exclusivo para as mulheres. Hoje quem pede licença às mulheres sou eu, pois esse texto é direcionado para meus queridos colegas, os homens. Mas calma, moças! Esse post é uma crítica aos homens, mas vocês devem ler e opinar, afinal de contas,  minha intenção aqui é melhorar as coisas pro lado de vocês.

Conversando com a minha gaucha preferida, Renata Pena, que cheguei ao tema. Perguntei sobre alguma ideia para o post ela tinha a resposta na ponta da língua: a falta de atitude dos homens. Tema esse que não poderia chegar em melhor hora, já que ontem foi comemorado o Dia Internacional da Mulher.

Sim mulherada, vocês mudaram muito, conquistaram espaço e respeito nas empresas, nos esportes, na mídia, nos relacionamentos e principalmente o respeito masculino!

Mas, como tudo tem seu lado bom e ruim, a parte chata dessa história é que com todas essas mudanças e evoluções, vocês acabaram assustando bastante homem por aí. Muitos de nós (e eu confesso que já passei por tal situação)  se sentem menores ou menos confiantes diante de uma mulher que é dona do próprio nariz, com estabilidade profissional, carro próprio, morando sozinha, inteligente e bem informada. Por isso uma boa parcela dos homens além de acharem que perderam o controle da situação, com o tempo acabaram se esquecendo de seus deveres básicos na arte da conquista… mas o veeeelho lobo do mar está aqui para lembrá-los!

Pouco tempo atrás eu passei por tal situação: conheci uma garota com vários atributos positivos: bonita (e loira!!), bem resolvida, morando sozinha, tendo estabilidade profissional (e um bom emprego), inteligente e além de tudo isso, ainda era engraçada, simpática e melhor parar por aqui antes que eu me apaixone hahaha. Mas enfim, diante de um mulherão desses, eu me senti menos (bota menos nisso!) confiante que o de costume e simplesmente me encontrei em uma situação que nunca havia passado com nenhuma outra mulher. E adivinha só? Acabei me dando mal, pois não sabia o que fazer diante de uma pessoa tão interessante. E, pra resumir a ópera,  se alguma vez eu tive chance, é bem provável que naquela mesma tarde a perdi.

E como só quem já morreu na fogueira sabe o que é ser carvão,  eu venho aqui pra dar um toque (no bom sentido) aos meus leitores de cueca: não cometam o mesmo erro!
Mas, caso já tenham passado por isso também (o que é bem provável), nunca é tarde pra mudar.

Não sabe como? É simples: se você, homem, convidou aquela garota que toda mãe adoraria chamar de nora pra jantar e ela aceitou o convite, faça as coisas certas. Caso seja o primeiro encontro (e isso pode se estender ao segundo, terceiro, décimo, tanto faz), por favor, pague a conta! Seja cavalheiro, seja educado, cause boa impressão. Isso não dói!

Vão ao cinema? Sugira um filme. Vão beber? Sugira um bar. Vão transar? Faça o mesmo com o motel!
É claro que vocês podem acabar escolhendo outra coisa, afinal foi apenas uma sugestão. Mas é sempre bom ter respostas na ponta da língua, isso mostra a elas que você é um homem experiente, bem informado e sabe o que faz. São pequenos detalhes, mas que fazem a diferença, pode ter certeza!

Depois de fazer tudo certo, vem a parte mais importante: o finalmente.
Sim, se você mandou bem no papo, na escolha do restaurante (ou bar) e  fez o dever de casa direitinho, não vá pecar na hora H, né? Se você está vendo que aquele mulherão está te dando bola, se ela está dançando conforme a música, pelo amor de tudo que é mais sagrado, assegure-se que ela (e você, claro) não volte pra casa chupando o dedo. Existem várias maneiras de beijar uma mulher, das mais tímidas (sugerindo, pedindo, implorando), até a mais ousada (roubando o beijo). Faça o que souber melhor. Mas faça!

Pra finalizar, quero deixar um recado aos meus colegas do mesmo sexo: mulher, por mais independente e bem resolvida que seja, será sempre mulher: e elas gostam de homens cavalheiros (não confunda com baba-ovo, puxa-saco e afins), gostam de se sentirem seguras, gostam que nós assumamos o controle, enfim, gostam que sejamos homens, pura e simplesmente homens.

Até dá pra entender que nós homens andamos errando bastante nesse sentido. Mas acho que já está passando da hora de aceitar toda essa evolução e conquista de espaço/respeito por parte da mulherada. Por isso que eu disse no título do texto: Homens, o recreio acabou! Voltemos à ativa! Elas agradecem.

Concordam comigo, prezadas leitoras? :)

Um grande abraço,
Felipe Gomes.

felipegomes[at]diariodesolteiro.com.br | twitter.com/felipegomes

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Chá de sumiço: Modos de usar

Publicado por Jackeline Aguiar em 9 março, 2010 às 0:30 | 44 comentários
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Hoje eu peço licença a todos os leitores deste blog, para falar diretamente às mulheres. Sim, você cara amiga que conheceu a personificação do cara perfeito e após encontros maravilhosos ele simplesmente sumiu, te deixando ali, com cara de pastel, sobrancelhas levemente arqueadas, pensando: What the fuck?

Geralmente, a primeira reação feminina enquanto saboreia um delicioso chá de sumiço, é se culpar. Ela se culpa de todas as formas. Passa dias remoendo cada momento dos encontros, cada palavra que disseram, em busca do minuto em que cagou feio e afugentou o rapaz. Sim claro, porque se ela soubesse o que fez, poderia desfazer, pedir desculpas, se retratar.

Mas os dias passam, o chá fica amargo, esfria e nada.

Então ela começa a inventar desculpas para ele. Começa a interpretar todos os seus gestos, cada uma das palavras em busca de algo que justifique o sumiço. Teria sua avó falecido? Teria ele fobia de relacionamento? Estaria ele precisando de espaço? Estaria ele tão apaixonado que mal consegue conceber a idéia e prefere me evitar?

Vocês sabem, a mulher sempre opta por acreditar nesta última versão, e ai ela segue conformada, contando a si mesma e as amigas, que talvez ele tenha sumido porque se apaixonou e precisava de um tempo para digerir a idéia, afinal, não deve ser fácil para um solteiro convicto se apaixonar de um dia para o outro. Então ele vai sumir, pensar e certamente  voltará.

E não é que o chá fica até mais doce? Você pensa até em colocá-lo no microondas para que possa voltar a saboreá-lo bem quentinho, enquanto finge seguir sua vida. Mas o “hôme” demora para voltar e é ai que a mulher faz merda.

A gente liga, manda e-mails e sms’s, talvez com o intuito de entender o ocorrido ou talvez com o intuito de mostrar a ele que estamos por perto, que vamos esperar. Então, o cara que sumiu porque obviamente não queria dar notícias, fica possesso e substitui a saída à francesa, por um vaitomarnocueudissequequeriaficarquietocaralho e você faz cara de choro, roga pragas, mas não adianta, o chá tá pior que boldo, amargo que nem o cão, e você vai ter que engolir.

Para estes casos a minha dica é simples, mas infalível acreditem: prende o nariz e bebe, minha filha. Minha avó dizia que o chá de boldo é horrível, mas limpa o organismo e nos prepara para saborear coisas muito melhores. Na verdade, ela não dizia coisa alguma, todavia não adianta tentar disfarçar o gosto, colocar açúcar ou qualquer coisa que o valha, não vai amenizar o fato de que ele sumiu, foi embora, deu no pé, se encheu, cantou pneu, bateu em retirada e foi pra bem longe de você. Ficar mexendo no chá enquanto lamenta seu gosto horrível, só o deixa pior e difícil de esquecer. Então bebe logo esse troço e segue a vida, afinal, tal qual balada/viagens/farras/bebida/beijonaboca/sexo, o chá de sumiço faz parte do cotidiano da mulher solteira. Não? Levanta a mão quem nunca teve que engolir um desses guela abaixo.

Eu já, e não existe manual neste mundo que me faça agir de forma coerente. Como toda boa mulher, eu surto frente ao silêncio. O que há de se fazer?

@jackelineaguiar

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Se eu fosse um cara.

Publicado por Maria Eugênya em 8 março, 2010 às 0:30 | 23 comentários
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Beyoncé já pensou nisso. Orianthi também. E com certeza você, sua mãe, sua tia e sua melhor amiga já pensaram que seriam mais felizes se pensassem como homem.

Como os homens pensam

Mas diz aí, o que é pensar como homem?

Eles são frios, eles transam sem amor, eles gostam de futebol e jogam videogame. Adoram a própria mãe mais que tudo, não lavam as próprias cuecas e não abaixam a tampa da privada. Vão pra balada, não pegam ninguém e falam pros amigos que pegaram oito. Bebem, fumam, dirigem a 200 km/h e são babacas por natureza. Não lembram de datas de aniversário, do número do seu telefone mas sabem todos os caminhos pra todos os lugares. Não pedem informação. Não usam copo pra tomar cerveja. Não precisam da sua ajuda.

Isso é o que está escrito na bula da caixinha de um homem. Mas qualquer um sabe que isso não é padrão, é só o personagem, aquele que a gente vê nos comerciais da TV.

Igual a mulher: chorona, sensível, trabalhadora, usa saia cor-de-rosa e lava a roupa com Vanish Poder O2.

A questão é que esse lance de ‘pensar como um homem’ tem seu valor. Isso é quando você fica na dúvida se ele te quer ou não. Quando você prefere ficar em casa a sair pra evitar o ciúme dele. Quando você entra num joguinho de não fazer o que gosta ou quer só pra ver no que vai dar…

Meninas, pensar como um homem é simplesmente aprender a fazer o que te faz bem sem se preocupar. Eu sei, é difícil, a gente pensa neles, a gente pensa nos outros, a gente se preocupa, mas escutem: vocês não precisam ser sacanas, só precisam pensar mais em vocês mesmas.

Saia com suas amigas, dê risada, não se importe se estão te julgando. Faça suas caras e bocas, converse com quem você achar interessante. Está solteira? Quer ficar? Fique! Não pare pra pensar se é ex, se é amigo, se é desconhecido. Pense apenas no agora. Você vai pensar como um homem.

Só não se esqueça que isso só te fará bem se você continuar pensando como homem depois! Não adianta nada sair, pegar alguém por pegar mas no dia seguinte ligar o botão ‘mulherzinha’ e querer reverter tudo. Assuma. Não ligue. Só se quiser mais. O importante é não mentir pra si mesma.

Os homens também se ferram assim. Você acha que eles não acabam por vezes ficando com alguém e se pegam pensando “que merda, to gostando, será que ela vai me dar bola?”? Eles pensam sim, claro.

Sabem, são raros os caras que vivem a vida igual o Charlie Sheen do Two And a Half Man, naquele esquema de sempre ter as ‘gavetas’ pra usar sem pensar em futuro com nenhuma delas. Os que são assim acabam se apaixonando alguma hora e aí eles serão apenas mortais.

Não existe essa coisa de pensar como homem ou pensar como mulher. Isso é estado de espírito. Tem dia que a testosterona fala mais alto que a progesterona, só isso!

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A fase pós-ficada: Quando dura demais.

Publicado por Participante Avulsa em 6 março, 2010 às 0:30 | 34 comentários
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Por: Danielle Trindade

Vocês ficaram, gostaram e continuaram…e continuaram…e continuaram…e não saíram desta fase.

Bem vinda! Você está na fase pós-ficada, aquela em que você só está pegando e nada mais. Pode ser que esteja na fase pré-namoro, eu gosto dessa fase, mas se já passaram três meses e nada, então continua na pós-ficada e acredite, isso nunca vai chegar a um namoro sério!

Ele sempre te liga?
Querida, isso não quer dizer nada. Você pode ser só um lanchinho fácil que ele se acostumou.

Ele te diz coisas fofas?
É só para você não sumir, afinal de contas, todos os homens sabem que as mulheres adoram isso!

Ele faz planos com você?
É para você se sentir importante.

Alguma vez ele tocou no assunto namoro?
Não? Então é porque não quer e nunca vai querer, ou pelo menos não quer com você! Assuma isso, fará bem a você mesma.

Acho essa fase um tanto ridícula! Deveriam inventar um nome para isso, já que muita das vezes demora para passar chegando num momento em que os dois se encontram tão íntimos que você não sabe mais como se referir a ele.

Namorado? Bem, sabes que não é. Digamos que é um “peguete fixo”. Mas é complicado quando você quer se referir a ele para alguém. Exemplo:

- Vou à praia com fulano.
- Quem é fulano?
- Um carinha que eu estou saindo.
- Ué, é aquele mesmo que você está saindo há seis meses?
- Sim, esse mesmo…

Tristemente, você finge que não se importa com isso, mas todo mundo sabe o óbvio. Oras, quando uma mulher não quer nada com um cara além de sexo nunca veríamos essa pessoa com frequência. Então, está claro que queremos algo mais.

O pior é quando estabelecemos um prazo mental para o cara se decidir. Quanta bobeira! Acho que fazemos isso com o intuito de dar uma chance para ele. Pensamos: Ele merece, está sendo tão carinhoso, vou dar mais um tempo. E o tempo vai passando e nada…

Sabe qual é o problema das mulheres? Se envolverem demais. Eu mesma me incluo nisso. Nos envolvemos tanto que namoramos sem precisar dele pedir! Como? Síndrome do namoro imaginário, claro.

Se saímos com alguém, além de ficarmos comparando, a nossa consciência fica pesada. Sem contar que deixamos de sair certos dias achando que ele vai ligar, pensando: Ele sempre costuma me ligar tal dia, então, não vou marcar nada.

Está namorando sozinha? Sai dessa!

Num caso desses, existem duas soluções a se fazer:
* Ou termina essa palhaçada (lógico que não é para falar para o dito cujo que está terminando, uma vez que nunca começou nada, apenas pare de atender as suas ligações).
* Ou deixe de lado o sentimento “paixão” e fique só na “pegação” mas, deixe isso bem claro para ele.

O que não pode é ficar sofrendo por alguém que nem lembra de você, apenas lembra para algumas ocasiões óbvias!

Meninas, existem milhões de homens lá fora. Não esqueçam disso. E você já está solteira então, é só continuar!

Aproveite! :)

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CASE X LARGUE – Como identificar uma namorada em potencial – 1ª parte

Publicado por Glaucio Henrique em 5 março, 2010 às 0:48 | 64 comentários
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“Fala povo!!!”

Depois de merecidas férias, volto para o blog com gás total para continuar escrevendo as mesmas asneiras de 2009. Para quem gostava dos textos, um obrigado! Para quem não gostava, vão a merd*… hehehe

Você deve estar se perguntando: “Mas que por%$ de título é esse que esse mané colocou nesse post gigante?” Pois bem, hoje vamos falar ao público masculino sobre os tipos de mulheres e suas atitudes que podem influenciar em um começo de relação mais séria ou somente em um lance de curtição.

Para seguirmos um raciocínio, vamos adotar as seguintes legendas durante o post:

- CASE: para mulheres com atitudes admiráveis por nós – cuecas – meninas que devemos “pagar um pau”, com perfil para se tornarem namoradas/esposas.

- LARGUE: mulheres “dor de cabeça” – aquelas que vão fod*r com sua vida em algum momento, que devem ser consideradas apenas um rolinho momentâneo.

- LUZ AMARELA: As atitudes que podem ser consideradas boas ou ruins – dependendo do ponto de vista. O que muitos podem ver como uma vantagem, outros podem abominar.

Alguns itens listados são relatos de experiências próprias, outros de pesquisas com amigos e leitores do blog.

Preparados? Então tome nota e ligue a antena quando se deparar com situações do tipo:

- Ela adora futebol/vídeo-game, fica ao seu lado, comenta jogos com você, entende do assunto, está atualizada. Se não entende ou se não é muito fã, não fica te enchendo o saco, te deixa assistir/jogar sossegado enquanto faz a unha, conversa com amigas, dorme, limpa a casa…

CASE! Meninas com esse perfil entendem nosso gosto idiota em ver 22 bichos feios peludos correndo atrás de uma bola, falando com a televisão, rasgando almofadas, xingando o juíz. Essas costumam entender quando o seu time perde e sempre procuram um jeito de aliviar sua tensão fazendo um boquete uma massagem.

- Ela te liga de cinco em cinco minutos, manda torpedos do tipo “peidei” – avisando tudo o que estão fazendo no momento – não compra um Trident sem antes te perguntar qual o sabor, não te deixa sentir saudades, incomoda mais que o vendedor das Casas Bahia.

LARGUE! Essas são as piores, as que não te dão espaço, ficam o tempo todo pensando em você, querem cagar de porta aberta, sempre ligam em horas inconvenientes. Essas costumam despejar em suas costas, obrigações que não são suas e, caso algo não dê certo, o errado sempre será você. Sai dessa!

- Ela fala com você com voz de bebezinho, te chama de “pititico”, “ternurinha”, “colação”, “fofis” e afins.

LARGUE! Minha nossa!! Não existe coisa pior que isso. Imagine a cena: vocês transando e ela falando que seu “pipizinho é dotoso” e que “adola sua baliguinha fofis” ou te liga falando “to com sautati”. Bleh! Vou vomitar. Fale como o Maguila, mas não fale assim. Pelo amor.

- Ela tem mais hora de pinto do que urubu de vôo, gosta mais de sexo do que papagaio de semente de girassol, toda hora quer transar, tá sempre louca, vive pegando no seu pau em qualquer lugar que estejam, enfim… uma tarada nata.

LUZ AMARELA: Veja bem, ter uma menina que é um fogo na cama é bom, mas, uma aficionada por sexo, uma vez que sinta falta na relação, vai satisfazer a vontade dela, seja com seu membro ou com o primeiro ereto que aparecer. Cuidado com essas. Imagine que você precise viajar e ficar algumas semanas fora? É galho na certa. Essas normalmente aparecem com filhos japoneses, sendo que você é jamaicano.

- Ela sabe jogar truco, dá sinal de 7 copas, cola o zap na testa, seus amigos gostam dela,  sabe fazer caipirinha, tá sempre enturmada, fala com todo mundo, não fica grudada no pescoço.

CASA logo! Meninas assim são aquelas que você pode levar em qualquer lugar que nunca irá precisar ficar o tempo todo dando atenção a ela. São aquelas que te deixam falando merda com os amigos e saem para conversar com as namoradas dos demais. Voltam com um drinque na mão, entram no assunto, falam um monte de besteiras e te deixam sempre relaxados em lugares com muitas pessoas para dar atenção.

- Ela transa menstruada, ou até mesmo quando está sem se depilar, de manhã, de tarde, de noite, sábados, domingos, feriados, semana santa, finados, natal, páscoa, 7 de setembro…

CASA FILHÃO! Essas (sem frescuras) são as que proporcionam as melhores transas. Essas ficam tão a vontade do seu lado que te deixam da mesma forma. Curtem o momento com você, não ficam ligando para pelinhos fora do lugar, nem nada, apenas “mandam ver”. Essas “eu dou valor”

- Ela mente/omite/esconde coisas de você

Próximo item, esse dispensa comentários.

-Ela não trabalha, não estuda, não faz cursos, só pensa em roupas, bolsas, seu plano de vida é comprar dúzias de sapatos e um closet para guardá-los. Vive lisa, gasta o que não tem, vai ao shopping, volta cheia de sacolas com presentes para ela e te compra um sonho de valsa.

“É uma cilada, Bino!” – Larga dessa! Costumam ser individualistas, materialistas, não pensam em planos a dois e só vão ficar ao seu lado enquanto tiver grana e condições de manter os caprichos dela. Costumam ser mimadas também.

-Ela sabe escutar um “NÃO”, respeita opiniões contrárias e sempre opta por resolver as coisas com uma conversa.

CASO, compro carro, dou comida e roupa lavada! Veja bem, escutar um “NÃO”, não quer dizer que a menina tenha que ser submissa, mas tem que apenas entender que existem coisas que você não curte ou não está afim. Costumam ser compreensivas, mas não deixam de fazer a vontade delas por causa de uma falta de vontade sua. “Essa eu dou valor”

- Ela é micareteira/baladeira de carteirinha, chega na balada e os seguranças chamam pelo nome.

LUZ AMARELA AÊ! Não podemos generalizar. Existem meninas e meninas dentro dessa classe. Se você conheceu a menina em um lugar qualquer e com o tempo descobriu que ela é chegada numa “baladeeenha”, tudo bem. Mas, se conheceu ela 10 segundos após beijar um amigo seu na micareta, a história muda. Se é aquela que compra abada pra qualquer festa, seja na Bahia, Minas, Porto Seguro etc, tome cuidado. Em uma micareta que você não for, o grande Ricardo vai.

- Ela se droga, bebe mais que o Zeca Pagodinho, vive dando showzinho e perde a linha fácil, fácil.

LUZ AMARELA! Pessoas assim, muitas vezes precisam de ajuda, não de desprezo. Pode ser vício ou até mesmo uma válvula de escape para alguns problemas que ela esteja passando. Vale a pena conversar. Cuidado com pessoas que usam o efeito desses “produtos” como causador de brigas para se justificarem.

- Ela não tem personalidade, vai no embalo das amigas, leva as brigas para os ouvidos de terceiros.

LARGA! Essas são as mais toscas. Aquelas que escutam mais as pessoas de fora do que você. Pede opinião para os outros e acaba acatando conselhos que muitas vezes te prejudicam. Fuja dessas.

- Ela sabe cozinhar, lavar, passar, gosta de lavar carro, te ajuda a limpar seu quarto e depois de tudo isso, ainda dorme suada do seu lado.

CASE meu amigo, apenas CASE!

Ela propõe a noite das meninas e a noite dos meninos, onde cada um pode sair com seus amigos sem precisar dar sinal de vida.

CASE! Namoros modernos seguem essa linha e costumam dar certo pela quebra de rotina, onde o casal tem o dia para a amizade, sem se preocupar com os #mimimis noturnos.

Bom galera, poderia ficar horas aqui listando uma série de pontos interessantes quando o assunto envolve namorar ou não uma pessoa, mas vamos deixar esses tópicos para a 2ª parte do post (que sairá em breve).

Quero ver a versão feminina depois. Fica a dica para as meninas do blog!

Curtiu? Mande sua sugestão para glauciomv@live.com – quem sabe ela não entra no próximo post

Forte abraço!

@Glauciomv

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Inteligência da traição

Publicado por Moises Correia em 4 março, 2010 às 0:30 | 51 comentários
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Saiu nesta semana uma pesquisa polêmica na revista Social Psychology Quarterly, dizendo que homens mais inteligentes traem menos. De acordo com o autor do estudo, Satoshi Kanazawa, homens inteligentes estão mais propensos a valorizar a exclusividade sexual do que homens menos inteligentes.

Segundo ele, esse comportamento se deve ao fato de que os homens estão deixando seus instintos primitivos de lado e evoluindo, logo, dando mais prioridade a família do que apenas a reprodução da espécie, que é característico em um comportamento polígamo. Um outro fato interessante nesta pesquisa, diz que essa mesma regra não se aplica as mulheres. Para ele a traição entre as mulheres não revelam um QI menor ou maior, apenas aponta que para elas é uma questão de escolha!

Todo o solteiro que se prese tem uma vida sexual relativamente agitada. São baladinhas, bebedeiras e amizades que sempre dão uma ajudinha em nossa sexualidade borbulhante. A fase de solteiro é bem despida de preconceitos e sempre estamos abertos a novas oportunidades e novos relacionamentos, por esse motivo os solteiros estão propensos a serem polígamos, logo, podemos afirmar que os solteiros entrevistados eram menos inteligentes apenas por vivenciar essa fase de liberdade de sentimento?

De modo geral, essa notícia caiu como uma luva para aquele tipo de mulher que sonha em algemar um marmanjo, coloca-lo nos trilhos, fazer família, cuidar dos filhos e envelhecer juntos. Agora ela pode ter certeza de que o homem que se dispuser a ter esse tipo de relação, vai ser um cara inteligente e evoluído. Mas como ficam os tipos masculinos que carregam a nobre missão de salvar a raça humana da extinção? E aquela velha história de crescei-vos e multiplicai-vos?

Por outro lado, essa pesquisa pode apontar para um resultado subjetivo ao analisar amostras isoladas de uma região e com isso determinar que um padrão de comportamento ou uma tendência social está fortemente ligado ao intelecto das pessoas. Mas se pararmos para pensar, pessoas com um nível maior de QI (homens ou mulheres) precisam dispender um maior tempo lendo, escrevendo, formando ideias e estudando, logo, a probabilidade de se tornar mais inteligente é bem maior. Sendo assim, os nerds podem ser a melhor opção para a mulherada? São mansinhos, não traem (às vezes não fazem sexo nem com a própria companheira) e são extremamente inteligentes.

Que as mulheres são mais evoluídas do que os homens, isso nós já sabemos há tempos, o problema é o unilateralismo de algumas feministas de plantão que não irão desperdiçar esse argumento para diminuir os homens, gerando mais e mais polêmica.

@woises

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O grande valor das amizades

Publicado por Renata Prado em 3 março, 2010 às 0:10 | 19 comentários
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Pra mim uma das melhores coisas da vida inteira – e isso inclui a nossa solteirice – é ter amigos. Cheguei a essa conclusão há alguns dias, quando cheguei em casa depois de uma festa de aniversário em que estavam meus grandes amigos da época da faculdade, pessoas com quem convivo há mais de oito anos. Isso me faz pensar nos nossos valores, nos nossos sentimentos e na forma com que passamos a lidar com o mundo e com as pessoas. Já pararam pra pensar nisso?

Não sinto mais aquela coisa saudável da juventude (e aqui falo da juventude da alma, não da idade), aquele frescor, aquela preocupação genuína com o próximo. Lembra de quando você tinha aquela melhor amiga, ou aquele melhor amigo, e muitas vezes essa pessoa podia ser até mais importante que um irmão? Percebo isso muito pouco. Agora, tenho a impressão de que o que eu vejo são contatos por pura conveniência, cheios de superficialidade. Os papos são diferentes, e a precocidade é cada vez mais precoce. Como ouvi um jornalista amigo e grande mestre da universidade dizer esses dias, “as pessoas não querem mais saber dos livrões, e sem livrões acaba-se a formação cultural”. E isso forma cada vez mais pessoas superficiais, com valores ignóbeis, que infelizmente desconhecem a magnitude de uma amizade real.

Amigas

E há gente que não percebe o quanto isso é ruim, o desprazer que isso representa na vida. Comece a se questionar e perceba: quantos de seus amigos você realmente acredita que tomariam seu partido numa situação séria e tensa? Com quais você pode contar, na alegria ou na tristeza? De quais você não se afastaria, por namorado ou namorada nenhum do mundo? E pra quais você seria realmente capaz de se doar, de fazer sacrifícios, de dizer “eu te amo” sem se importar em ser ridículo? Não me espantaria se muitos dissessem “nenhum” depois de refletir sobre isso tudo.

Um exemplo dessa superficialidade toda eu vejo a todo momento por aí: pessoas que começam um relacionamento e logo se afastam de todos os amigos, até os que consideravam verdadeiros, sob o pretexto de que o namoro tem contextos diferentes que levam a um apartamento natural dos amigos. Não concordo queridos, porque vivi na pele os dois lados. Num primeiro namoro, conturbado, me afastei dos amigos por vários motivos, e quando o namoro acabou (sim, todos acabam um dia) me descobri sozinha, isolada, e sem ninguém pra cuidar de mim quando eu mais precisava. A duras penas me recompus, reconquistei confianças e reconstruí amizades como as que eu um dia já tivera e acreditara. Prometi que nunca mais erraria no mesmo ponto novamente, e cumprindo essa promessa, consegui levar outro relacionamento por mais de quatro anos. Assim como os outros, esse também acabou, mas os amigos permaneceram, e tudo foi mais fácil porque eles estiveram sempre ao meu lado.

Nesse caso específico, é uma questão de manter a cabeça no lugar. É saber separar o espaço da pessoa que está com você, e dos seus amigos; integrar os dois lados e também saber separar quando preciso, que cada um precisa de um tempo com você. No mais, é ser sincero, é estar pronto pra se doar, e ter liberdade pra precisar de alguém. É ter o bom senso de mesmo com msn, twitter e todas as formas de comunicação digital que há, o seu amigo verdadeiro precisa de uma visita, um telefonema, uma ação mais humanizada. Se você concorda comigo, desfrute o prazer que as amizades proporcionam: as viagens, os drinks juntos, as conversas, a partida de Imagem & Ação (ou baralho, como queiram). E viva a amizade!!

Imagem: reprodução

@renatachecha

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Meu querido ex-pinto

Publicado por Jackeline Aguiar em 1 março, 2010 às 0:30 | 50 comentários
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Nem adianta reclamar, é quase unamidade: Homem adora manter uma ex-namorada por perto. Talvez por isso muitos prefiram a forca, ao término de uma relação cujo fim ele anunciou. Claro que eles sabem que, ao partir, o fim poderá causar muita mágoa e uma mulher magoada não irá se deitar tão facilmente na cama daquele que partiu seu coração. Por isso ele adia, se distancia, faz rodeios, inventa desculpas e quando finalmente leva um pé-na-bunda, vai com ares de bom moço; Assim, ele garante muitas recaídas da donzela apaixonada e esperançosa. No entanto, enquanto ele esvazia o saco, ela vive uma noite de amor que pode se transformar em reconciliação no dia seguinte, ou seja, geralmente dá merda. Ou não.

Baseada em minha experiência e nas experiências daquelas que conheço, encontros esporádicos com o ex-namorado nem sempre são regados a punhados de esperança (uma onda de pieguismo me consome), muitas vezes eles são apenas encontros regados a muito, muito, muito sexo. Nada mais que isso.

Para muitas mulheres e, já confesso que meu nome figura nesta lista, o sexo casual não é tão simples assim. Não posso afirmar que a questão é o tabu, afinal, decidir como deverá ser minha vida sexual cabe a mim e dividir tais momentos com alguém que mal conheço, sinceramente, não me atrai. Da mesma forma, não posso decidir quais dos meus amigos levaria para a cama, quer dizer, até poderia,  faria facilmente uma lista dos amigos com quem gostaria de manter uma amizade “colorida”, mas as possíveis complicações do dia seguinte tornariam o momento desnecessário e eu me sentiria praticamente um cachorrinho que não pensa ao satisfazer seus instintos. Portanto, nada melhor do que recorrer àquele que já te conhece e provavelmente irá te entender caso queira agir feito um cachorrinho.

Com o intuito de provar minha teoria irei listar algumas razões para crer que encontros esporádicos com o ex, valem cada minuto.

1 – Sexo casual sem neuras.

Sabemos que, o que nos preocupa de fato é o julgamento alheio, não raro, muitas devem ter se imaginado ao menos uma vez na vida, nos braços de um completo estranho, melhor ainda, cedendo aos impulsos do corpo e terminando aquela cena exatamente onde ela deveria terminar. Mas ao imaginar qual a idéia que o completo estranho fará sobre nós, o corpo perde a voz rapidinho. Já, o ex-namorado, lhe conhece muito bem para fazer qualquer julgamento a seu respeito, logo o famoso “o que ele vai pensar de mim” não se aplica aqui.

2- Nenhuma preocupação com o desempenho.

Não é apenas o homem que tem preocupação em relação a seu desempenho. Depois dos gritos por direitos iguais ecoados pelas mulheres around the world, eles querem ter o mesmo direito a não fazer nada. Muitos querem apenas ficar admirando a mulher enquanto ela se desdobra para mostrar todas as sua habilidades. É o relaxa e goza no sentido literal. E como sabemos, salvo raríssimas exceções, no fundo, no fundo, sempre esperamos ligações no dia seguinte, se não para viver um romance, apenas para elevar o ego. E para garantir o telefonema, uma boa apresentação garante alguns pontinhos. Já com o ex não é necessário agradar. Pode-se apenas deixar a coisa rolar, aliás, normalmente é assim mesmo que acontece, você pode não fazer nada ou pode comandar a situação sem se preocupar se está mexendo/falando/gemendo de mais ou de menos ou ainda se será para sempre lembrada como “a melhor foda ever”, na verdade esta é a menor das preocupações.

3 – Não é necessário fazer charminho.

A mulher geralmente é cheia de pudores quando o assunto é sexo. Muitas não suportariam a idéia de transar de luz acesa, andar nua pelo quarto ou assumir que gosta de ficar de four, para a grande maioria bancar a puta na cama é obsceno e não combina com o ideal que a mulher tem de si mesma. My ass. A maioria é assim mesmo, gosta de ser dominada, de bancar a safada e até levar alguns tapas, mas não fazem por medo de deixar seu bumbum menos açucarado. Mas com o ex, depois de certo período de convivência, todos estes pudores vão por água abaixo, e uma vez que você disse sim, não há como dizer não. Portanto, se este for o seu caso, acredito que as vantagens de fazer sexo com o ex também se aplicam aqui. Com ele não é necessário fazer charminho, você pode xingar, pedir uns tapas e gemer na altura que quiser. Ele já conhece cada uma das suas reações. Além disso, vocês podem pular todos os protocolos e ir direto para o que importa, nada de restaurante seguido de motel ou cinema seguido de motel, pensando bem, nem é necessário motel, uma rapidinha no melhor estilo “Nossa que surpresa te encontrar aqui” também não é má idéia.

Claro que, se você ainda ama seu ex-namorado, encontros esporádicos não são aconselháveis. Mas, se assim como eu, seu ex-namorado não ocupa mais o lugar de grande amor de sua vida, não há problema algum promovê-lo a fuck buddy, caso este lugar ainda esteja vago.

E você, já utilizou seu (ua) ex como lanchinho nas horas em que a fome aperta?

@jackelineaguiar

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Últimos comentários

  • Postado por Pamela em 13 março, 2010 às 10:45 am
    Isso msm.. quem nunca compartilhou que atire… E se é bom pq não dividir?!?.. se não passa de um peguete não ter pq ser...
  • Postado por Guilherme C. em 13 março, 2010 às 10:36 am
    Concordo plenamente, se você não pedir, será roubo… Mas se vc pedir a guete, será empréstimo. Não se esqueça de...
  • Postado por Maya em 13 março, 2010 às 10:14 am
    @Aline,você consegui sim explicar. Concordo: sentirmos admiradas (e não bajuladas). A diferença entre um e outro é gritante.