Chá de sumiço: Modos de usar

Publicado por Jackeline Aguiar em 9 março, 2010 às 0:30 | 35 comentários
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Hoje eu peço licença a todos os leitores deste blog, para falar diretamente às mulheres. Sim, você cara amiga que conheceu a personificação do cara perfeito e após encontros maravilhosos ele simplesmente sumiu, te deixando ali, com cara de pastel, sobrancelhas levemente arqueadas, pensando: What the fuck?

Geralmente, a primeira reação feminina enquanto saboreia um delicioso chá de sumiço, é se culpar. Ela se culpa de todas as formas. Passa dias remoendo cada momento dos encontros, cada palavra que disseram, em busca do minuto em que cagou feio e afugentou o rapaz. Sim claro, porque se ela soubesse o que fez, poderia desfazer, pedir desculpas, se retratar.

Mas os dias passam, o chá fica amargo, esfria e nada.

Então ela começa a inventar desculpas para ele. Começa a interpretar todos os seus gestos, cada uma das palavras em busca de algo que justifique o sumiço. Teria sua avó falecido? Teria ele fobia de relacionamento? Estaria ele precisando de espaço? Estaria ele tão apaixonado que mal consegue conceber a idéia e prefere me evitar?

Vocês sabem, a mulher sempre opta por acreditar nesta última versão, e ai ela segue conformada, contando a si mesma e as amigas, que talvez ele tenha sumido porque se apaixonou e precisava de um tempo para digerir a idéia, afinal, não deve ser fácil para um solteiro convicto se apaixonar de um dia para o outro. Então ele vai sumir, pensar e certamente  voltará.

E não é que o chá fica até mais doce? Você pensa até em colocá-lo no microondas para que possa voltar a saboreá-lo bem quentinho, enquanto finge seguir sua vida. Mas o “hôme” demora para voltar e é ai que a mulher faz merda.

A gente liga, manda e-mails e sms’s, talvez com o intuito de entender o ocorrido ou talvez com o intuito de mostrar a ele que estamos por perto, que vamos esperar. Então, o cara que sumiu porque obviamente não queria dar notícias, fica possesso e substitui a saída à francesa, por um vaitomarnocueudissequequeriaficarquietocaralho e você faz cara de choro, roga pragas, mas não adianta, o chá tá pior que boldo, amargo que nem o cão, e você vai ter que engolir.

Para estes casos a minha dica é simples, mas infalível acreditem: prende o nariz e bebe, minha filha. Minha avó dizia que o chá de boldo é horrível, mas limpa o organismo e nos prepara para saborear coisas muito melhores. Na verdade, ela não dizia coisa alguma, todavia não adianta tentar disfarçar o gosto, colocar açúcar ou qualquer coisa que o valha, não vai amenizar o fato de que ele sumiu, foi embora, deu no pé, se encheu, cantou pneu, bateu em retirada e foi pra bem longe de você. Ficar mexendo no chá enquanto lamenta seu gosto horrível, só o deixa pior e difícil de esquecer. Então bebe logo esse troço e segue a vida, afinal, tal qual balada/viagens/farras/bebida/beijonaboca/sexo, o chá de sumiço faz parte do cotidiano da mulher solteira. Não? Levanta a mão quem nunca teve que engolir um desses guela abaixo.

Eu já, e não existe manual neste mundo que me faça agir de forma coerente. Como toda boa mulher, eu surto frente ao silêncio. O que há de se fazer?

@jackelineaguiar

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Se eu fosse um cara.

Publicado por Maria Eugênya em 8 março, 2010 às 0:30 | 20 comentários
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Beyoncé já pensou nisso. Orianthi também. E com certeza você, sua mãe, sua tia e sua melhor amiga já pensaram que seriam mais felizes se pensassem como homem.

Como os homens pensam

Mas diz aí, o que é pensar como homem?

Eles são frios, eles transam sem amor, eles gostam de futebol e jogam videogame. Adoram a própria mãe mais que tudo, não lavam as próprias cuecas e não abaixam a tampa da privada. Vão pra balada, não pegam ninguém e falam pros amigos que pegaram oito. Bebem, fumam, dirigem a 200 km/h e são babacas por natureza. Não lembram de datas de aniversário, do número do seu telefone mas sabem todos os caminhos pra todos os lugares. Não pedem informação. Não usam copo pra tomar cerveja. Não precisam da sua ajuda.

Isso é o que está escrito na bula da caixinha de um homem. Mas qualquer um sabe que isso não é padrão, é só o personagem, aquele que a gente vê nos comerciais da TV.

Igual a mulher: chorona, sensível, trabalhadora, usa saia cor-de-rosa e lava a roupa com Vanish Poder O2.

A questão é que esse lance de ‘pensar como um homem’ tem seu valor. Isso é quando você fica na dúvida se ele te quer ou não. Quando você prefere ficar em casa a sair pra evitar o ciúme dele. Quando você entra num joguinho de não fazer o que gosta ou quer só pra ver no que vai dar…

Meninas, pensar como um homem é simplesmente aprender a fazer o que te faz bem sem se preocupar. Eu sei, é difícil, a gente pensa neles, a gente pensa nos outros, a gente se preocupa, mas escutem: vocês não precisam ser sacanas, só precisam pensar mais em vocês mesmas.

Saia com suas amigas, dê risada, não se importe se estão te julgando. Faça suas caras e bocas, converse com quem você achar interessante. Está solteira? Quer ficar? Fique! Não pare pra pensar se é ex, se é amigo, se é desconhecido. Pense apenas no agora. Você vai pensar como um homem.

Só não se esqueça que isso só te fará bem se você continuar pensando como homem depois! Não adianta nada sair, pegar alguém por pegar mas no dia seguinte ligar o botão ‘mulherzinha’ e querer reverter tudo. Assuma. Não ligue. Só se quiser mais. O importante é não mentir pra si mesma.

Os homens também se ferram assim. Você acha que eles não acabam por vezes ficando com alguém e se pegam pensando “que merda, to gostando, será que ela vai me dar bola?”? Eles pensam sim, claro.

Sabem, são raros os caras que vivem a vida igual o Charlie Sheen do Two And a Half Man, naquele esquema de sempre ter as ‘gavetas’ pra usar sem pensar em futuro com nenhuma delas. Os que são assim acabam se apaixonando alguma hora e aí eles serão apenas mortais.

Não existe essa coisa de pensar como homem ou pensar como mulher. Isso é estado de espírito. Tem dia que a testosterona fala mais alto que a progesterona, só isso!

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A fase pós-ficada: Quando dura demais.

Publicado por Participante Avulsa em 6 março, 2010 às 0:30 | 32 comentários
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Por: Danielle Trindade

Vocês ficaram, gostaram e continuaram…e continuaram…e continuaram…e não saíram desta fase.

Bem vinda! Você está na fase pós-ficada, aquela em que você só está pegando e nada mais. Pode ser que esteja na fase pré-namoro, eu gosto dessa fase, mas se já passaram três meses e nada, então continua na pós-ficada e acredite, isso nunca vai chegar a um namoro sério!

Ele sempre te liga?
Querida, isso não quer dizer nada. Você pode ser só um lanchinho fácil que ele se acostumou.

Ele te diz coisas fofas?
É só para você não sumir, afinal de contas, todos os homens sabem que as mulheres adoram isso!

Ele faz planos com você?
É para você se sentir importante.

Alguma vez ele tocou no assunto namoro?
Não? Então é porque não quer e nunca vai querer, ou pelo menos não quer com você! Assuma isso, fará bem a você mesma.

Acho essa fase um tanto ridícula! Deveriam inventar um nome para isso, já que muita das vezes demora para passar chegando num momento em que os dois se encontram tão íntimos que você não sabe mais como se referir a ele.

Namorado? Bem, sabes que não é. Digamos que é um “peguete fixo”. Mas é complicado quando você quer se referir a ele para alguém. Exemplo:

- Vou à praia com fulano.
- Quem é fulano?
- Um carinha que eu estou saindo.
- Ué, é aquele mesmo que você está saindo há seis meses?
- Sim, esse mesmo…

Tristemente, você finge que não se importa com isso, mas todo mundo sabe o óbvio. Oras, quando uma mulher não quer nada com um cara além de sexo nunca veríamos essa pessoa com frequência. Então, está claro que queremos algo mais.

O pior é quando estabelecemos um prazo mental para o cara se decidir. Quanta bobeira! Acho que fazemos isso com o intuito de dar uma chance para ele. Pensamos: Ele merece, está sendo tão carinhoso, vou dar mais um tempo. E o tempo vai passando e nada…

Sabe qual é o problema das mulheres? Se envolverem demais. Eu mesma me incluo nisso. Nos envolvemos tanto que namoramos sem precisar dele pedir! Como? Síndrome do namoro imaginário, claro.

Se saímos com alguém, além de ficarmos comparando, a nossa consciência fica pesada. Sem contar que deixamos de sair certos dias achando que ele vai ligar, pensando: Ele sempre costuma me ligar tal dia, então, não vou marcar nada.

Está namorando sozinha? Sai dessa!

Num caso desses, existem duas soluções a se fazer:
* Ou termina essa palhaçada (lógico que não é para falar para o dito cujo que está terminando, uma vez que nunca começou nada, apenas pare de atender as suas ligações).
* Ou deixe de lado o sentimento “paixão” e fique só na “pegação” mas, deixe isso bem claro para ele.

O que não pode é ficar sofrendo por alguém que nem lembra de você, apenas lembra para algumas ocasiões óbvias!

Meninas, existem milhões de homens lá fora. Não esqueçam disso. E você já está solteira então, é só continuar!

Aproveite! :)

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CASE X LARGUE – Como identificar uma namorada em potencial – 1ª parte

Publicado por Glaucio Henrique em 5 março, 2010 às 0:48 | 59 comentários
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“Fala povo!!!”

Depois de merecidas férias, volto para o blog com gás total para continuar escrevendo as mesmas asneiras de 2009. Para quem gostava dos textos, um obrigado! Para quem não gostava, vão a merd*… hehehe

Você deve estar se perguntando: “Mas que por%$ de título é esse que esse mané colocou nesse post gigante?” Pois bem, hoje vamos falar ao público masculino sobre os tipos de mulheres e suas atitudes que podem influenciar em um começo de relação mais séria ou somente em um lance de curtição.

Para seguirmos um raciocínio, vamos adotar as seguintes legendas durante o post:

- CASE: para mulheres com atitudes admiráveis por nós – cuecas – meninas que devemos “pagar um pau”, com perfil para se tornarem namoradas/esposas.

- LARGUE: mulheres “dor de cabeça” – aquelas que vão fod*r com sua vida em algum momento, que devem ser consideradas apenas um rolinho momentâneo.

- LUZ AMARELA: As atitudes que podem ser consideradas boas ou ruins – dependendo do ponto de vista. O que muitos podem ver como uma vantagem, outros podem abominar.

Alguns itens listados são relatos de experiências próprias, outros de pesquisas com amigos e leitores do blog.

Preparados? Então tome nota e ligue a antena quando se deparar com situações do tipo:

- Ela adora futebol/vídeo-game, fica ao seu lado, comenta jogos com você, entende do assunto, está atualizada. Se não entende ou se não é muito fã, não fica te enchendo o saco, te deixa assistir/jogar sossegado enquanto faz a unha, conversa com amigas, dorme, limpa a casa…

CASE! Meninas com esse perfil entendem nosso gosto idiota em ver 22 bichos feios peludos correndo atrás de uma bola, falando com a televisão, rasgando almofadas, xingando o juíz. Essas costumam entender quando o seu time perde e sempre procuram um jeito de aliviar sua tensão fazendo um boquete uma massagem.

- Ela te liga de cinco em cinco minutos, manda torpedos do tipo “peidei” – avisando tudo o que estão fazendo no momento – não compra um Trident sem antes te perguntar qual o sabor, não te deixa sentir saudades, incomoda mais que o vendedor das Casas Bahia.

LARGUE! Essas são as piores, as que não te dão espaço, ficam o tempo todo pensando em você, querem cagar de porta aberta, sempre ligam em horas inconvenientes. Essas costumam despejar em suas costas, obrigações que não são suas e, caso algo não dê certo, o errado sempre será você. Sai dessa!

- Ela fala com você com voz de bebezinho, te chama de “pititico”, “ternurinha”, “colação”, “fofis” e afins.

LARGUE! Minha nossa!! Não existe coisa pior que isso. Imagine a cena: vocês transando e ela falando que seu “pipizinho é dotoso” e que “adola sua baliguinha fofis” ou te liga falando “to com sautati”. Bleh! Vou vomitar. Fale como o Maguila, mas não fale assim. Pelo amor.

- Ela tem mais hora de pinto do que urubu de vôo, gosta mais de sexo do que papagaio de semente de girassol, toda hora quer transar, tá sempre louca, vive pegando no seu pau em qualquer lugar que estejam, enfim… uma tarada nata.

LUZ AMARELA: Veja bem, ter uma menina que é um fogo na cama é bom, mas, uma aficionada por sexo, uma vez que sinta falta na relação, vai satisfazer a vontade dela, seja com seu membro ou com o primeiro ereto que aparecer. Cuidado com essas. Imagine que você precise viajar e ficar algumas semanas fora? É galho na certa. Essas normalmente aparecem com filhos japoneses, sendo que você é jamaicano.

- Ela sabe jogar truco, dá sinal de 7 copas, cola o zap na testa, seus amigos gostam dela,  sabe fazer caipirinha, tá sempre enturmada, fala com todo mundo, não fica grudada no pescoço.

CASA logo! Meninas assim são aquelas que você pode levar em qualquer lugar que nunca irá precisar ficar o tempo todo dando atenção a ela. São aquelas que te deixam falando merda com os amigos e saem para conversar com as namoradas dos demais. Voltam com um drinque na mão, entram no assunto, falam um monte de besteiras e te deixam sempre relaxados em lugares com muitas pessoas para dar atenção.

- Ela transa menstruada, ou até mesmo quando está sem se depilar, de manhã, de tarde, de noite, sábados, domingos, feriados, semana santa, finados, natal, páscoa, 7 de setembro…

CASA FILHÃO! Essas (sem frescuras) são as que proporcionam as melhores transas. Essas ficam tão a vontade do seu lado que te deixam da mesma forma. Curtem o momento com você, não ficam ligando para pelinhos fora do lugar, nem nada, apenas “mandam ver”. Essas “eu dou valor”

- Ela mente/omite/esconde coisas de você

Próximo item, esse dispensa comentários.

-Ela não trabalha, não estuda, não faz cursos, só pensa em roupas, bolsas, seu plano de vida é comprar dúzias de sapatos e um closet para guardá-los. Vive lisa, gasta o que não tem, vai ao shopping, volta cheia de sacolas com presentes para ela e te compra um sonho de valsa.

“É uma cilada, Bino!” – Larga dessa! Costumam ser individualistas, materialistas, não pensam em planos a dois e só vão ficar ao seu lado enquanto tiver grana e condições de manter os caprichos dela. Costumam ser mimadas também.

-Ela sabe escutar um “NÃO”, respeita opiniões contrárias e sempre opta por resolver as coisas com uma conversa.

CASO, compro carro, dou comida e roupa lavada! Veja bem, escutar um “NÃO”, não quer dizer que a menina tenha que ser submissa, mas tem que apenas entender que existem coisas que você não curte ou não está afim. Costumam ser compreensivas, mas não deixam de fazer a vontade delas por causa de uma falta de vontade sua. “Essa eu dou valor”

- Ela é micareteira/baladeira de carteirinha, chega na balada e os seguranças chamam pelo nome.

LUZ AMARELA AÊ! Não podemos generalizar. Existem meninas e meninas dentro dessa classe. Se você conheceu a menina em um lugar qualquer e com o tempo descobriu que ela é chegada numa “baladeeenha”, tudo bem. Mas, se conheceu ela 10 segundos após beijar um amigo seu na micareta, a história muda. Se é aquela que compra abada pra qualquer festa, seja na Bahia, Minas, Porto Seguro etc, tome cuidado. Em uma micareta que você não for, o grande Ricardo vai.

- Ela se droga, bebe mais que o Zeca Pagodinho, vive dando showzinho e perde a linha fácil, fácil.

LUZ AMARELA! Pessoas assim, muitas vezes precisam de ajuda, não de desprezo. Pode ser vício ou até mesmo uma válvula de escape para alguns problemas que ela esteja passando. Vale a pena conversar. Cuidado com pessoas que usam o efeito desses “produtos” como causador de brigas para se justificarem.

- Ela não tem personalidade, vai no embalo das amigas, leva as brigas para os ouvidos de terceiros.

LARGA! Essas são as mais toscas. Aquelas que escutam mais as pessoas de fora do que você. Pede opinião para os outros e acaba acatando conselhos que muitas vezes te prejudicam. Fuja dessas.

- Ela sabe cozinhar, lavar, passar, gosta de lavar carro, te ajuda a limpar seu quarto e depois de tudo isso, ainda dorme suada do seu lado.

CASE meu amigo, apenas CASE!

Ela propõe a noite das meninas e a noite dos meninos, onde cada um pode sair com seus amigos sem precisar dar sinal de vida.

CASE! Namoros modernos seguem essa linha e costumam dar certo pela quebra de rotina, onde o casal tem o dia para a amizade, sem se preocupar com os #mimimis noturnos.

Bom galera, poderia ficar horas aqui listando uma série de pontos interessantes quando o assunto envolve namorar ou não uma pessoa, mas vamos deixar esses tópicos para a 2ª parte do post (que sairá em breve).

Quero ver a versão feminina depois. Fica a dica para as meninas do blog!

Curtiu? Mande sua sugestão para glauciomv@live.com – quem sabe ela não entra no próximo post

Forte abraço!

@Glauciomv

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Inteligência da traição

Publicado por Moises Correia em 4 março, 2010 às 0:30 | 51 comentários
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Saiu nesta semana uma pesquisa polêmica na revista Social Psychology Quarterly, dizendo que homens mais inteligentes traem menos. De acordo com o autor do estudo, Satoshi Kanazawa, homens inteligentes estão mais propensos a valorizar a exclusividade sexual do que homens menos inteligentes.

Segundo ele, esse comportamento se deve ao fato de que os homens estão deixando seus instintos primitivos de lado e evoluindo, logo, dando mais prioridade a família do que apenas a reprodução da espécie, que é característico em um comportamento polígamo. Um outro fato interessante nesta pesquisa, diz que essa mesma regra não se aplica as mulheres. Para ele a traição entre as mulheres não revelam um QI menor ou maior, apenas aponta que para elas é uma questão de escolha!

Todo o solteiro que se prese tem uma vida sexual relativamente agitada. São baladinhas, bebedeiras e amizades que sempre dão uma ajudinha em nossa sexualidade borbulhante. A fase de solteiro é bem despida de preconceitos e sempre estamos abertos a novas oportunidades e novos relacionamentos, por esse motivo os solteiros estão propensos a serem polígamos, logo, podemos afirmar que os solteiros entrevistados eram menos inteligentes apenas por vivenciar essa fase de liberdade de sentimento?

De modo geral, essa notícia caiu como uma luva para aquele tipo de mulher que sonha em algemar um marmanjo, coloca-lo nos trilhos, fazer família, cuidar dos filhos e envelhecer juntos. Agora ela pode ter certeza de que o homem que se dispuser a ter esse tipo de relação, vai ser um cara inteligente e evoluído. Mas como ficam os tipos masculinos que carregam a nobre missão de salvar a raça humana da extinção? E aquela velha história de crescei-vos e multiplicai-vos?

Por outro lado, essa pesquisa pode apontar para um resultado subjetivo ao analisar amostras isoladas de uma região e com isso determinar que um padrão de comportamento ou uma tendência social está fortemente ligado ao intelecto das pessoas. Mas se pararmos para pensar, pessoas com um nível maior de QI (homens ou mulheres) precisam dispender um maior tempo lendo, escrevendo, formando ideias e estudando, logo, a probabilidade de se tornar mais inteligente é bem maior. Sendo assim, os nerds podem ser a melhor opção para a mulherada? São mansinhos, não traem (às vezes não fazem sexo nem com a própria companheira) e são extremamente inteligentes.

Que as mulheres são mais evoluídas do que os homens, isso nós já sabemos há tempos, o problema é o unilateralismo de algumas feministas de plantão que não irão desperdiçar esse argumento para diminuir os homens, gerando mais e mais polêmica.

@woises

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O grande valor das amizades

Publicado por Renata Prado em 3 março, 2010 às 0:10 | 19 comentários
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Pra mim uma das melhores coisas da vida inteira – e isso inclui a nossa solteirice – é ter amigos. Cheguei a essa conclusão há alguns dias, quando cheguei em casa depois de uma festa de aniversário em que estavam meus grandes amigos da época da faculdade, pessoas com quem convivo há mais de oito anos. Isso me faz pensar nos nossos valores, nos nossos sentimentos e na forma com que passamos a lidar com o mundo e com as pessoas. Já pararam pra pensar nisso?

Não sinto mais aquela coisa saudável da juventude (e aqui falo da juventude da alma, não da idade), aquele frescor, aquela preocupação genuína com o próximo. Lembra de quando você tinha aquela melhor amiga, ou aquele melhor amigo, e muitas vezes essa pessoa podia ser até mais importante que um irmão? Percebo isso muito pouco. Agora, tenho a impressão de que o que eu vejo são contatos por pura conveniência, cheios de superficialidade. Os papos são diferentes, e a precocidade é cada vez mais precoce. Como ouvi um jornalista amigo e grande mestre da universidade dizer esses dias, “as pessoas não querem mais saber dos livrões, e sem livrões acaba-se a formação cultural”. E isso forma cada vez mais pessoas superficiais, com valores ignóbeis, que infelizmente desconhecem a magnitude de uma amizade real.

Amigas

E há gente que não percebe o quanto isso é ruim, o desprazer que isso representa na vida. Comece a se questionar e perceba: quantos de seus amigos você realmente acredita que tomariam seu partido numa situação séria e tensa? Com quais você pode contar, na alegria ou na tristeza? De quais você não se afastaria, por namorado ou namorada nenhum do mundo? E pra quais você seria realmente capaz de se doar, de fazer sacrifícios, de dizer “eu te amo” sem se importar em ser ridículo? Não me espantaria se muitos dissessem “nenhum” depois de refletir sobre isso tudo.

Um exemplo dessa superficialidade toda eu vejo a todo momento por aí: pessoas que começam um relacionamento e logo se afastam de todos os amigos, até os que consideravam verdadeiros, sob o pretexto de que o namoro tem contextos diferentes que levam a um apartamento natural dos amigos. Não concordo queridos, porque vivi na pele os dois lados. Num primeiro namoro, conturbado, me afastei dos amigos por vários motivos, e quando o namoro acabou (sim, todos acabam um dia) me descobri sozinha, isolada, e sem ninguém pra cuidar de mim quando eu mais precisava. A duras penas me recompus, reconquistei confianças e reconstruí amizades como as que eu um dia já tivera e acreditara. Prometi que nunca mais erraria no mesmo ponto novamente, e cumprindo essa promessa, consegui levar outro relacionamento por mais de quatro anos. Assim como os outros, esse também acabou, mas os amigos permaneceram, e tudo foi mais fácil porque eles estiveram sempre ao meu lado.

Nesse caso específico, é uma questão de manter a cabeça no lugar. É saber separar o espaço da pessoa que está com você, e dos seus amigos; integrar os dois lados e também saber separar quando preciso, que cada um precisa de um tempo com você. No mais, é ser sincero, é estar pronto pra se doar, e ter liberdade pra precisar de alguém. É ter o bom senso de mesmo com msn, twitter e todas as formas de comunicação digital que há, o seu amigo verdadeiro precisa de uma visita, um telefonema, uma ação mais humanizada. Se você concorda comigo, desfrute o prazer que as amizades proporcionam: as viagens, os drinks juntos, as conversas, a partida de Imagem & Ação (ou baralho, como queiram). E viva a amizade!!

Imagem: reprodução

@renatachecha

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Meu querido ex-pinto

Publicado por Jackeline Aguiar em 1 março, 2010 às 0:30 | 50 comentários
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Nem adianta reclamar, é quase unamidade: Homem adora manter uma ex-namorada por perto. Talvez por isso muitos prefiram a forca, ao término de uma relação cujo fim ele anunciou. Claro que eles sabem que, ao partir, o fim poderá causar muita mágoa e uma mulher magoada não irá se deitar tão facilmente na cama daquele que partiu seu coração. Por isso ele adia, se distancia, faz rodeios, inventa desculpas e quando finalmente leva um pé-na-bunda, vai com ares de bom moço; Assim, ele garante muitas recaídas da donzela apaixonada e esperançosa. No entanto, enquanto ele esvazia o saco, ela vive uma noite de amor que pode se transformar em reconciliação no dia seguinte, ou seja, geralmente dá merda. Ou não.

Baseada em minha experiência e nas experiências daquelas que conheço, encontros esporádicos com o ex-namorado nem sempre são regados a punhados de esperança (uma onda de pieguismo me consome), muitas vezes eles são apenas encontros regados a muito, muito, muito sexo. Nada mais que isso.

Para muitas mulheres e, já confesso que meu nome figura nesta lista, o sexo casual não é tão simples assim. Não posso afirmar que a questão é o tabu, afinal, decidir como deverá ser minha vida sexual cabe a mim e dividir tais momentos com alguém que mal conheço, sinceramente, não me atrai. Da mesma forma, não posso decidir quais dos meus amigos levaria para a cama, quer dizer, até poderia,  faria facilmente uma lista dos amigos com quem gostaria de manter uma amizade “colorida”, mas as possíveis complicações do dia seguinte tornariam o momento desnecessário e eu me sentiria praticamente um cachorrinho que não pensa ao satisfazer seus instintos. Portanto, nada melhor do que recorrer àquele que já te conhece e provavelmente irá te entender caso queira agir feito um cachorrinho.

Com o intuito de provar minha teoria irei listar algumas razões para crer que encontros esporádicos com o ex, valem cada minuto.

1 – Sexo casual sem neuras.

Sabemos que, o que nos preocupa de fato é o julgamento alheio, não raro, muitas devem ter se imaginado ao menos uma vez na vida, nos braços de um completo estranho, melhor ainda, cedendo aos impulsos do corpo e terminando aquela cena exatamente onde ela deveria terminar. Mas ao imaginar qual a idéia que o completo estranho fará sobre nós, o corpo perde a voz rapidinho. Já, o ex-namorado, lhe conhece muito bem para fazer qualquer julgamento a seu respeito, logo o famoso “o que ele vai pensar de mim” não se aplica aqui.

2- Nenhuma preocupação com o desempenho.

Não é apenas o homem que tem preocupação em relação a seu desempenho. Depois dos gritos por direitos iguais ecoados pelas mulheres around the world, eles querem ter o mesmo direito a não fazer nada. Muitos querem apenas ficar admirando a mulher enquanto ela se desdobra para mostrar todas as sua habilidades. É o relaxa e goza no sentido literal. E como sabemos, salvo raríssimas exceções, no fundo, no fundo, sempre esperamos ligações no dia seguinte, se não para viver um romance, apenas para elevar o ego. E para garantir o telefonema, uma boa apresentação garante alguns pontinhos. Já com o ex não é necessário agradar. Pode-se apenas deixar a coisa rolar, aliás, normalmente é assim mesmo que acontece, você pode não fazer nada ou pode comandar a situação sem se preocupar se está mexendo/falando/gemendo de mais ou de menos ou ainda se será para sempre lembrada como “a melhor foda ever”, na verdade esta é a menor das preocupações.

3 – Não é necessário fazer charminho.

A mulher geralmente é cheia de pudores quando o assunto é sexo. Muitas não suportariam a idéia de transar de luz acesa, andar nua pelo quarto ou assumir que gosta de ficar de four, para a grande maioria bancar a puta na cama é obsceno e não combina com o ideal que a mulher tem de si mesma. My ass. A maioria é assim mesmo, gosta de ser dominada, de bancar a safada e até levar alguns tapas, mas não fazem por medo de deixar seu bumbum menos açucarado. Mas com o ex, depois de certo período de convivência, todos estes pudores vão por água abaixo, e uma vez que você disse sim, não há como dizer não. Portanto, se este for o seu caso, acredito que as vantagens de fazer sexo com o ex também se aplicam aqui. Com ele não é necessário fazer charminho, você pode xingar, pedir uns tapas e gemer na altura que quiser. Ele já conhece cada uma das suas reações. Além disso, vocês podem pular todos os protocolos e ir direto para o que importa, nada de restaurante seguido de motel ou cinema seguido de motel, pensando bem, nem é necessário motel, uma rapidinha no melhor estilo “Nossa que surpresa te encontrar aqui” também não é má idéia.

Claro que, se você ainda ama seu ex-namorado, encontros esporádicos não são aconselháveis. Mas, se assim como eu, seu ex-namorado não ocupa mais o lugar de grande amor de sua vida, não há problema algum promovê-lo a fuck buddy, caso este lugar ainda esteja vago.

E você, já utilizou seu (ua) ex como lanchinho nas horas em que a fome aperta?

@jackelineaguiar

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Mulheres prendadas x Mulheres modernas

Publicado por Participante Avulsa em 27 fevereiro, 2010 às 0:30 | 59 comentários
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Por: Bruh Herbst

Ainda hoje rola uma discussão enorme quando falamos sobre mulheres prendadas e mulheres modernas. Pode parecer um pensamento tradicionalista, mas ainda fico indignada com as mulheres modernas que não sabem nem fritar um ovo e passar uma camisa. Eu sou daquelas que tem livro de receitas feito a mão, copiado da vovó, sei até fazer fuxico e tricotar.

Apesar da pouca idade, fui criada com alguns valores que, para mim, são nobres. Saber cozinhar, costurar e passar não é uma postura de ser uma pessoa inferior e sim de uma mulher bem preparada para diversos desafios como morar sozinha, por exemplo, fora alguns perrengues cotidianos, como passar o fim de semana com os sobrinhos. Sempre me deparo com situações como essa e agradeço a criação rígida que tive quando criança.

Admiro muito aquele estilo antigão meio pin up, das mulheres que lutavam por um lugar ao sol, trabalhando fora, começando a votar e exercer seus direitos e até começando a usar calça, que depois de queimarem seus sutiãs na rua, chegavam em casa lindas, penteadas e poderosas e ainda eram boas esposas e mães. Não sei como faziam isso, mas adoraria ser assim.

Hoje é tudo bem diferente. Somos mais desleixadas, esquecemos de alguns valores. Desde o dia que decidiram ser melhores que os homens, as mulheres modernas sabem dirigir uma multinacional mas não sabem fritar um ovo; sabem dirigir carros mas não sabem costurar uma meia. Trocamos tudo por facilidade e praticidade, mas aquele arrozinho de microondas ninguém merece né?!

É nessa hora que corremos para a casa da vovó, a nossa boa e velha mulher prendada (como pegaremos os homens pelo estomago assim?). Será possível unir o útil ao agradável?

Eu sou totalmente a favor da mulher “totalflex”, prendada e moderna. Na minha casa tem máquina de lavar louça, mas arroz de microondas jamais!

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Deixa a vida me levar…

Publicado por Maraisa Bueno em 26 fevereiro, 2010 às 7:25 | 13 comentários
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Já faz algum tempo que reparo em como alguns aparelhos como mp3, iPods ou qualquer outro tipo de “coisa tipo” que emite sons com ou sem os fones, fazem parte da vida das pessoas em qualquer lugar e a qualquer hora do dia. Acho que a grande maioria gosta de música, independente do estilo que escuta. É rock, clássico, MPB, sertanejo, axé, funk, reggae, rock alternativo, heavy metal e por aí vai. A única coisa de que tenho certeza é a de que a música faz parte da vida das pessoas, mesmo elas nem percebendo isso.

Digo pelo fato de que vou para o trabalho escutando música e percebo que há pessoas que escutam aquele “puts puts” do eletrônico ou aquele rock pesado em que os sons das guitarras são tão altos que você nem consegue perceber o que o vocalista está cantando, às 8 da manhã. Mas há aquelas que deixam a leveza de Adriana Calcanhoto ou Marina Lima tocando para que não cheguem ao trabalho já estressadas ou as que adoram axé e ficam tentando dar aqueles pulinhos quando escutam “sai do chão” e já começam o dia animadas!

Já dizia um pensador: “A música é o remédio da alma”. E se pararmos para analisar, principalmente os que não vivem sem, é mesmo. Quem já não chorou ao escutar uma música que mexeu com seus sentimentos? (pode ser por desilusão amorosa, porque brigou com a namorada naquele dia ou até mesmo que já perdeu alguém querido?). E quem já não riu, ao escutar uma música mais agitada, porque a letra fez lembrar um momento em que estava se divertindo ao lado dos amigos naquele encontro ou festa?

Ah, claro que há a que marcou aquela balada fenomenal, que você ficou com aquele(a) gato(a) e que resultou até em novos encontros, inclusive em algum relacionamento mais sério (ainda é possível, com certeza!).

Fora que alguns versos sempre te fazem pensar. Uma que gosto muito é um samba, gravado pelo grupo Fundo de Quintal: “A amizade, nem mesmo a força do tempo irá destruir. Somos verdade, nem mesmo este samba de amor pode nos resumir” (sim, adoro samba, principalmente os tradicionais :P ). Além disso, muita gente posta no twitter/Orkut/facebook/MSN ou afins alguns versos de canções pra mostrar o humor da semana!

Não vou fazer nenhuma lista de canções aqui, porque chega a ser algo infinito, mas uma música, cuja a letra aparenta ser romântica, pode até fazer com que você pense com relação ao seu jeito no trabalho e até em casa. Às vezes, encontramos significados em letras que a gente nem imagina. Sim, aquela canção que você acha que fala de amor, não pode falar de amor necessariamente, tudo depende do contexto, como já dizem muitos!

Claro que nem tudo é  perfeito, porque qual letra de funk faz você pensar? Na verdade até faz pensar, mas isso não vem ao caso nesse momento.

E quem não escuta uma canção pra se animar? Desde “Vou deixar a vida me levar pra onde ela quiser” ou até “When love takes over, yeahhhh” e quando está a fim de se acalmar, escuta aquela bem lenta, no estilo “Shimbalaiê, quando vejo o sol beijando o mar”, tão simples que te ajuda até a dormir dependendo.

E tem AQUELA música que, de alguma forma, parece que foi feita pra você. A letra, a melodia, tudo se encaixa perfeitamente com seu jeito de ser ou com um fato marcante, como escrevi acima, e que sempre que você a escuta, pensa “nossa, foi feita pra mim, não é possível”. Santos compositores que conseguem ler nossa alma.

Conta pra gente qual o estilo musical que você mais gosta?! Ou qual canção marcou algum momento em sua vida!? Eu tenho a minha e você?

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A magia do carnaval

Publicado por Moises Correia em 24 fevereiro, 2010 às 0:30 | 12 comentários
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Final de ano e carnaval é sempre a mesma coisa, aglomeração de gente e milhões de pessoas querendo salgar a bunda no mar. Na verdade, eu nunca gostei dessas épocas de feriado prolongado e um dos motivos é porque todo o estado de São Paulo sempre resolve passar o feriado no litoral, e não satisfeitos, todos eles se esforçam em esgotar todos os estoques de comida e água das cidades da baixada.

Minha casa no litoral estava cheia, como sempre acontece. Numa das manhãs de feriado prolongado, tive que ir a padaria. É foda duro ter que acordar uma hora mais cedo e entrar numa fila que dobra o quarteirão para comprar quarenta e cinco pães e um quilo de mortadela “da mais vagabunda, por favor“. A qualidade dos pães despenca nessas épocas, porque o padeiro sempre volta bêbado das baladinhas e lá pelas três e pouco da manhã começa a fazer uma maçaroca que irá se tornar um pão duro e queimado mais tarde – ou vocês acham que ele ficava acordado esperando dar o ponto do pão? -. Mas mesmo assim o Seu Manuel tem motivos para ficar com o bigode de orelha-a-orelha, afinal, o movimento aumenta e MUITO.

No caminho de volta o sol já está torrando alguns pobres caramujos que não conseguiram se esconder. Chego em casa e tenho que andar com cuidado, pois o chão da sala está repleto de parentes que eu nunca vi na vida, mas que sempre lembram da família no carnaval e no ano novo.

Com o tempo todos vão se levantando e ocupando todos os dois banheiros da casa para satisfazerem suas necessidades matinais. Nesse meio tempo eu estou colocando a mesa do café da manhã e mesmo assim acabo sendo o último a comer e como sempre, sobra o pão mais duro, o fim do pote de margarina e um resto de café gelado.

Lá pelas 10hs da manhã, o povo decide ir para a praia e o inferno recomeça! Todos os bebês resolvem que é hora de sujar a fralda e é nesse momento que qualquer superfície serve para limpar o sujeitinho, inclusive a mesa do meu computador! Pois é, isso aconteceu mesmo e me deu vontade de jogar a criança pela janela ao presenciar uma tia que eu nunca tinha visto antes, trocando a fralda de um bebê que eu nem sabia o grau de parentesco! Pelo amor dos caramujos, é de mexer com o âmago do cidadão!

Uma pausa aqui só para dizer que eu acho que eu estava sentindo falta da minha pinga com mel!


Voltando… =)

Chegando na praia, não havia lugar para armar o guarda-sol, pois a areia já estava tomada de turistas. A solução foi se acomodar na grama mesmo, bem na frente de um idiota que resolveu abrir todo o carro e colocar funk!  Meu dia já estava péssimo e como Murphy sempre está por perto, eu já me preparava para o pior!

Claro que eu tinha ido à praia só para ver as menininhas de biquíni tomando sol no bunda lombo, mas confesso que também acalmar os ânimos, fui dar uma volta totalmente despretensiosa. Encontrei um amigo que há muito eu não via e junto com ele estava a coisinha mais linda do mundo!

A prima dele e seus 1,65cm, cabelos castanhos até a bundaaaaaa. Ah, mas que bundinha linda! Nesse exato momento em que eu a secava olhava, recebi uma cutucada do meu amigo invisível que me trouxe a realidade!

– Como vou chegar nela se até aquele momento meu dia tinha sido uma bosta!?

Sem colocar vaginas em pedestais e exibindo meu físico de jogador de truco, tomei atitude e parti para cima da mocinha. Depois de algum segundo tempo conversando eu já estava xavecando-a descaradamente! Contra todas as expectativas da natureza, de Murphy e uma meia dúzia de cueca que estava tentando chamar a atenção dela, ELA acabou me arrancando um beijo hollywoodiano enquanto eu me distraia inocentemente com o bronzeado de outra princesa.

Bom, passei a tarde com ela, que por sinal, se mostrou uma companhia agradabilíssima e acabamos ficando no dia seguinte até eu voltar para inferno São Paulo novamente.

Pensando bem, será que meus parentes eram muito chatos ou era eu que andava estressado e precisava curtir um pouco do carnaval?

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Últimos comentários

  • Postado por Kessley em 9 março, 2010 às 10:57 pm
    @Maya Outra coisa…a dancinha sexy é super importante hein?
  • Postado por Kessley em 9 março, 2010 às 10:54 pm
    @Maya Um mágico nunca revela os seus segredos, mas dependendo da assistente, qualquer número é possível…
  • Postado por dalva em 9 março, 2010 às 10:44 pm
    seu texto é otimo ,estava procurando algo sobre violencia amorosos e esse texto veio a calhar,dou aulas para uma turma de...