Publicado por Fabiana Lima em 2 setembro, 2010 às 15:00 | 3 comentários
Europa, Mochilão, Viagem
Tem alguns tipos de viagens ou lugares que são mais adequados para determinado tipo de pessoa ou grupos. Por exemplo, não dá pra ir com a família passar o carnaval em Diamantina. Melhor ir pra uma praia calma ou um sítio. Também tem certos lugares que valem mais a pena se você está numa certa idade porque é quando tem maturidade para conhecer e aproveitar.
Um tipo de viagem que eu acho ser ideal para solteiros e jovens é o mochilão. É claro que você pode fazer quando tiver namorando/casado ou com mais idade. Mas depois de fazer um mochilão de 2 meses na Europa eu acho que uma viagem dessas é IDEAL (não exclusivamente) pra quem é solteiro jovem.
É a combinação perfeita porque quando você é jovem tem energia pra aproveitar muito este tipo de viagem. É quando você está mais flexível para situações diferentes e culturas novas, consegue dormir pouco pra dar conta de ir pra farra e ainda ver os pontos turísticos da cidades. Na hora de dormir, qualquer colchão e tipo de travesseiro serve, às vezes nem precisa disso, um banco no aeroporto ou estação de trem é suficiente pra você. Você não se importa tanto em ficar num albergue dividindo quarto com outras pessoas pra e ter uma mochila ao invés de uma malona de rodinhas.
Ou seja, você abre mão de vários confortos pra conhecer várias cidades, pessoas novas e curtir muito. Aí entra a parte de porque é bom pra quem é solteiro. O destino preferido pra fazer mochilão é a Europa. Os países são tão pertinhos e fácil de ir de um pra outro, além da quantidade enorme de pessoas do mundo inteiro e com os mesmo objetivos. Você tem tanta gente diferente e bonita pra conhecer lá e vai querer ir aos bares e boates. Estando comprometido você não tem a mesma liberdade de alguém solto no mundo. Você pode se arrepender que não beijou aquele sueco lindo de morrer porque tem alguém. Mas, quando voltou pra casa seu namoro terminou pouco depois da entrega dos vários presentinhos.
Isso aconteceu mesmo com uma conhecida. Ela viajou e trouxe várias coisas pro namorado e depois de 2 semanas (e de receber todos os presentes) ele terminou com ela. Oi? Pois é, tem gente assim. Melhor prevenir que remediar, meus caros.
Eu recomendo: viaje de mochilão. Seus amigos não podem ir por N motivos (financeiros, namorodos, tempo, coragem ou vontade) como os meus? Se você tem condições, vá e vá logo! Não tenha medo de ir sozinho porque esta vai ser a viagem da sua vida. E não vai faltar oportunidade de fazer novas amizades.
No próximo post, vou contar que é legal na hora de escolher um albergue, como definir seu roteiro, as cidades que mais gostei pra festas e sugestões de como organizar o seu mochilão (e gente, mochilão tem esse nome porque significa ir com uma mochila mesmo, nada de malas, madames). Na prática você entende bem isto.
Publicado por Maraisa Bueno em 1 setembro, 2010 às 14:12 | 14 comentários
Balada, Comportamento, Paquera, Pegação
Eis que venho contar mais uma história. Não vou contar sobre a segunda balada que fomos naquela mesma noite do meu último texto, porque esse post será meio que um desabafo. Na verdade, foi uma situação muito chata que eu passei em uma balada. Não, não teve briga, não puxei cabelo de ninguém e muito menos dei um murro em um cara (tudo bem que essa última hipótese passou bem pela minha cabeça).
Fui a um aniversário de uma amiga que não via há muito tempo, numa balada em São Paulo. Chegando lá, dançamos, risadas e mais risadas. Eu estava com mais amigas, até que começaram as trocas de olhares com alguns caras ali, outros caras bêbados e chatos tentavam forçar um beijo e um empurrão ia pra lá (um deles até foi expulso da balada de tão bêbado que estava. Ele literalmente agarrou na cintura de uma das meninas que estavam com a gente, que ela ficou muito irritada a ponto de empurrá-lo. Tempos depois, nós vimos o mesmo cidadão sendo levado para fora da casa por um segurança).
Fomos para a pista de dança. Uma das meninas começou a ficar com um carinha e eu e mais uma outra amiga ficamos dançando e olhando vááárias mulheres em cima do balcão, tomando tequila e se esfregando nos barmans, que viravam garrafas de tequilas na boca de todas (além de aproveitarem da situação literalmente). Até que um cara muito “legal” chegou em mim e me agarrou, meio que me dando uma chave de braço. Só que ele me agarrou com tanta força, que a pulseira que ele usava machucou meu pescoço. Eu dei um empurrão no ser, xinguei até a décima geração da família dele. Mas o carinha era tão boy, mas tão boy, que saiu andando como se aquilo fosse “normal”.

Eu fiquei com muita raiva. Minha amiga também me ajudou a xingar aquele ser, que estava com a “gangue” dele. Só de ver o perfil do moleque, dava para perceber que era daqueles riquinhos que não estão nem aí com nada, porque se arrumarem brigas, o pai vai lá pagar para que nada aconteça com ele (sim, eles ainda existem).
Enfim, saímos da pista de dança e voltamos para um espaço que tinha entre a pista e o palco, onde a banda tocava. Até que um outro cara, bombado (sim, muito bombado) chegou na minha amiga. Pior: ele chegou chegando, achando que só de pegar no pescoço dela, ia conseguir beijar e pronto. Mas minha amiga não quis e mexeu com a cabeça sinalizando que não queria. O teimoso tentou de novo e ela teve que virar e dizer em alto e bom tom “Não estou a fim de ficar com você, pode ser?”. O despeitado ainda saiu dizendo: “Também… não queria”. Então por que chegou se não queria? rs
Algumas horas depois de muitas risadas, resolvemos ir embora. E não é que encontramos com aquele boyzinho, que me agarrou, com a sua gangue? O idiota olhou pra minha cara e já veio chegando, achando que ia me beijar. Eu dei um empurrão nele (de novo) e pedi licença pra passar. Ele olhou e começou a falar “então passa logo, vai, passa”. Eu só olhei na cara dele e soltei um palavrão que não vou escrever qual foi aqui, mas vocês já podem imaginar o que falei. Fora que os amiguinhos dele quiseram colocar a mão na minha cintura, algo que eu ODEIO que façam. Um eu até peguei a mão do ser e falei “TI-RA A MÃO”. Minhas amigas também passaram por eles preparadas pra dar murros e tapas se fosse preciso.
Homens, me desculpem, mas, se forem chegar numa mulher em alguns dos meios que citei nas histórias acima, com certeza há sim algumas que deixam passar a mão, fazer o que quiser, onde quiser e como quiser. O que não era no meu caso e nem no das minhas amigas. Há maneiras e maneiras de se chegar em uma mulher. No nosso caso, assim ninguém conseguiria nada, porque, para mim, é se desvalorizar demais. Tudo bem que, como falei agora, muitas não se dão o valor, mas ainda há as que querem respeito e preferem que os homens chegam, conversem, conquistem até que role alguma coisa ou não.
Nós não estávamos sendo difíceis. Apenas não gostamos dos jeitos que estes caras chegaram na gente. Acredito que ainda possa existir respeito e que se não nos valorizarmos, isso tende a piorar e ir para balada para curtir e, quem sabe, rolar de ficar com algum carinha, seja impossível. Em micaretas, sim, sempre rola essa de beijar e sair andando, mas é micareta e quem já foi sabe como é. Mas acho que em balada (pelo menos para mim), é diferente, porque rola aquela vontade de ficar sim, mas também de conhecer, dar risada, trocar telefone e, quem sabe, ter um encontro depois (ou não!).
E vocês? Alguém já passou por alguma situação chata assim? O que acham?
Beijos e até a próxima!
@Maraisabf
Publicado por Kefhane Costa em 31 agosto, 2010 às 14:30 | 30 comentários
Paquera, relacionamentos, Solteiras, Solteiros
Os terroristas são temidos no mundo inteiro. Basta alguém dizer a expressão “Ameaça terrorista” que policiais e forças de elite irão despencar do céu e surgir por baixo da terra. O que isso tem haver com os solteiros?
As namoradas, noivas e esposas olham para os avulsos com verdadeiro terror. A liga frágil e seu queridinho pode ser influenciado pelo amigãaaaao solteiro que freqüenta baladas depois do badalo das horas. Problema maior ainda, se uma solteira se aproximar do seu território, ela vai cair de cima do seu amor, tentar desvirtuá-lo e ele pode se render aos encantos da bruxa libertina e incestuosa. – Tadinho, pobre inocente!
Para as companheiras, os avulsos e avulsas dispersos pelo mundo são ameaças à paz e felicidade sublime do seu relacionamento. Ameaças terroristas que em segundos pode destruir tudo o que foi construído com tanto amor e esforço.
Há alguns dias protagonizei um fato que retrata muito bem esse assunto.
Em minhas últimas férias eu fui para Florianópolis sozinha e, claro, solteiríssima como sempre. Logo no primeiro dia conheci um feliz casal de São Paulo. O garoto era bem extrovertido e eu conversada como sou entrei na dele, papo pra lá, piadinha pra cá e me deparei com o olhar metralhadora da namorada, cruzes. Ficou claro: naquele momento eu representava a ameaça de arruinar as férias românticas e cheia de passeios a dois que ela havia idealizado.
Como estávamos no mesmo hotel, eu sempre encontrava o tal casalzinho no elevador ou no café da manhã e em um desses encontros… O namorado muito animado manifestou vontade de ir para o mesmo lugar que eu e uma turminha que arranjei por lá iríamos. A namorada entrou em conflito. E agora? O que ela faria? Contrariar o namorado e bancar a chata dizendo que não queria ir ou correr o risco de deixá-lo tão próximo do perigo iminente?
Ela se decidiu, passou os braços em torno do príncipe de forma possessiva e aceitou o passeio. – Os braços ficaram ali o dia inteeeeiro.
A namorada ficava falando sem parar de como eram felizes juntos, de como planejavam ter filhos e blá, blá, blá. De volta ao hotel, no elevador, o namorado descontraído me pergunta se estava com fome, tinha um buraco no meu estômago. Fomos comer em uma lanchonete na esquina e resolvi fazer um teste. Virei pra namorada com cara de tristeza e falei que estava com saudades do meu namorado.
- Ahãn????
- É, ele está estudando fora e a gente tinha planejado fazer essa viagem juntos…
A mulher se transformou de imediato. Eu deixei de ser ameaça e passei a ser membro do clube dela, o das namoradas. Ela começou a me consolar, contou uma história de uma amiga que ficou um ano longe do noivo e quando ele voltou se casaram e foram felizes para sempre. Foi engraçado, fiquei rindo por dentro.
Essa história prova que de fato nós, os solteiros, somos vistos de forma negativa. Todo esse clima que acaba rolando entre casais e solteiros termina por distanciar ainda mais essas duas classes. Os casais mantêm uma distância segura dos solteiros para evitar a fúria das companheiras e acabam convivendo apenas entre casais. Do outro lado do mundo, os solteiros evitam alguns casais porque não estão a fim de serem fuzilados.
Em minha opinião isso se chama insegurança. Ah… mas quem se importa se é solteiro ou não? Novos amigos são sempre bem-vindos! Que venham todos!
Eu tenho amigos solteiros e um bando de amigos que são casais. Em geral, convivo bem com eles, mas já presenciei diversos paredões de fuzilamento quando aparece algum solteiro que não faz parte da turma.
E você, já foi acusado de atentado terrorista?
Publicado por Moises Correia em 30 agosto, 2010 às 11:19 | 12 comentários
Lifestyle, Saúde
É engraçado como a rusticidade masculina vem se tornando cada vez mais suave e cada vez mais discutida entre os homens. Há um tempo atrás, ao que me lembro, qualquer homem que colocasse brinco na orelha era apontado como frutinha, viadinho, baitola, são paulino e etc. Conforme o tempo foi passando as pessoas, de alguma forma, se tornaram mais toleráveis a diversos comportamentos, tanto masculinos quanto femininos. Até o surgimento do homem metropolitano, que abriu mão de toda a rusticidade herdada dos vikings e de toda trogloditagem dos jagunços do cerrado para passar base na unha e hidratante no rosto. PQP!!!
Na época do meu avô, usava-se navalha afiada na pia da cozinha e usava o reflexo da bacia de alumínio como espelho, a qual posteriormente era cheia com água do poço para lavar o rosto. O que ele diria se me visse passando loção pós-barba depois de afeitar-me (termo técnico usado pelos anciãos) com espuma de barbear e barbeador de três laminas?! Certamente faltaria milho pro meu joelho!

Dentre outras coisas, tornou-se a negar aquilo que à primeira vista, o distingue do sexo oposto, passando a enojar o último fio de rusticidade de sua época. A princípio usou-se como desculpa a higiene, mas com o passar do tempo mostrou-se a principal aversão escondida nos propósitos desse movimento metropolitano, a aversão aos pêlos.
Como os padrões de beleza sempre ajudam a moldar nossas opiniões, não demorou muito para os pêlos se tornaram um problema. Logo, com o passar do tempo, alguns “homens” tornaram-se adeptos da depilação de axilas suvaco, o peito e até braços e pernas. Acredito que essa prática começou nos primórdios do movimento gay e foi sendo absorvida por heterossexuais e posteriormente se transformando no que conhecemos como metrossexuais, que na verdade é apenas um grupo homens que ainda não se decidiram em qual lado do muro quer ficar.
Mesmo assim, existe muito marmanjo por ai que não se considera metrossexual, mas que se depila para ir ao baile funk ou na aula de jiu-jitsu. Geralmente são os que pagam de gogo-boy, sem camisa na balada e passando um puta frio glacial apenas para mostrar que estão com o brioco liso e a depilação em dia.
Ainda não sei se isso é um padrão para o futuro ou se prevalecerá à diversidade de gostos. Será que a mulherada vai preferir um homem que deixa o sabonete cheio de pelos ou um homem que gasta todos os seus hidratantes, esmaltes, máscaras e maquiagem apenas para ir à padaria buscar pão!?
E vocês, o que acham!?
Publicado por Participante Avulso em 28 agosto, 2010 às 0:10 | 14 comentários
Bêbado, Karma, Solteiros
Por Victor Rodrigues
A vida é cheia de movimentos aleatórios e consequentemente de atitudes aleatórias. Algumas pensadas, outras nem tanto.
Com atitudes ou movimentos pensados ou não, vai haver uma consequência: determinar como você vai viver a vida, se é de acordo com Leis da Física (“Para toda ação existe uma reação de força equivalente em sentido contrário”), Lei de Talião (Olhos por olho, dente por dente) ou outras N leis e regras que existem no mundo vão te fazer ser alguém melhor? Será que viver uma vida regada a imposições, preconceitos e medos vão te levar a ser alguém mais feliz?
Por que simplesmente não vivemos nossas próprias vidas de acordo com aquilo que queremos fazer? Porque não tiramos um dia para viver o filme “Curtindo a vida adoidado”? Medo dos “Karma Cops”? Desde a adolescência sempre me guiei no acaso em como ele poderia determinar a minha vida, como um “Oi, Tudo bem?” para um estranho pode gerar uma nova amizade, como um beijo roubado pode adiantar mil horas de xaveco, como uma transa com a “peguetizinha” do seu coleguinha pode gerar uma boa história e uma boa polêmica ou outras atitudes que você joga ao acaso. Todas as possíveis cenas que o acaso te levou a viver poderiam ter outros rumos, mas só dependiam da sua atitude e simplesmente por não ter essa atitude (Seja ela Alpha, Gama ou Beta) só lhe tornaram uma pessoa frustrada e infeliz. Mais uma vez eu pergunto: vale a pena ser tão consequente?
Até quando você vai querer ouvir as histórias dos outros? Quando você vai começar a criar suas histórias? Quando você vai começar a deixar de ser tão hipócrita e aceitar que você tem desejos e esses desejos muita das vezes serão reprimidos por seus amigos, família e sociedade? Não seja totalmente sem noção, pois isso é algo para poucos, mas acrescente a sua vida uma dose de aleatoriedade e duas doses de atitude.
Por aqui continuo vivendo a minha vida no Andar do Bêbado sem medo de que o Karma possa me punir.
Publicado por Gilson Pessoa em 23 agosto, 2010 às 0:10 | 15 comentários
curiosidades, moteis
Tem um tempo que fiz um texto falando dos “souvenirs de solteiro” que foram fruto de algumas idas a motéis em algumas cidades do Brasil (não muitas, mas ok). Mas o que me motiva a falar de motel novamente são algumas curiosidades que foram comentadas num papo descontraído com algumas colegas de trabalho. Segue lista comentada.
Recepção em motel
Sinceramente, tem algo mais constrangedor e broxante do que encarar uma recepcionista tiazona de um motel? Se ela parecer mesmo com uma tia sua, ferrou! Pois existem alguns motéis que, ao tentar oferecer um serviço similar a um hotel, adotam este formato de atendimento com seus clientes. Curto não. Quando se vai num motel o que menos quero e ver a cara feia de uma tia ou um tio mal humorado por trabalhar enquanto um monte de gente se diverte. Pior é ver o sorriso maroto deles quando você vai fechar a conta.
Em Pernambuco todos os motéis se autodenominam hotéis
É engraçado, aqui dificilmente um motel tem recepção. Pelo menos eu nunca vi. Por aqui você faz a escolha do quarto numa guarita que mal dá pra ver o braço do atendente que lhe entrega a chave e, daí em diante, você também só vê o braço de outro funcionário na hora de digitar a senha do cartão numa pequena passagem entre a área de serviço e o seu quarto. Na tabela de preços destaque para os períodos em 2 horas, 4 horas e pernoite. Dificilmente colocam diária. Mas mesmo assim, nas marcas dos estabelecimentos tem estampado “hotel”.
Motéis fazem a gente pensar que nosso cartão foi clonado
Para não perder com clientela aqueles que adoram pular a cerca, a maioria destes estabelecimentos não tem a Razão Social condizente com o serviço fim. Eles costumam usar iniciais para descrever o estabelecimento, ou colocam nomes nada a ver, como por exemplo “Farias empreendimentos LTDA”. Acho mais justo e engraçado aqueles que usam nomes de restaurantes, tipo “Doce Refeições”, afinal de contas é um lugar onde se come, NÉ? Complicado é na hora de fazer a organização financeira no final do mês e se deparar com nomes estranhos na fatura do cartão… “Meu cartão foi clonado”! Queria ter acesso a informações das operadoras de cartão de crédito para saber o índice de quantas reclamações eles não devem receber por isso.
Ce Ki Sabe é a maior rede de motéis do Brasil, ou pelo menos é o nome mais usado
Há alguns anos, chegando no Rio de busão vi na estrada um motel com esse nome. Ri muito. Achei o nome super criativo. Mas tempos depois vi outras ocorrências do mesmo nome em cidades do interior de Pernambuco, em Sampa e no capital do Rio também. Pesquisando no Google antes de escrever este texto encontrei outras pérolas no mesmo estilo, tipo “Vem K Motel”
Dias de grande fluxo
Por motivos óbvios, sexta a domingo é período de maior fluxo desses estabelecimentos. Neste período e nos horários noturnos os valores são mais altos. Durante os períodos de férias acadêmicas também é grande a freqüência de jovens nos motéis já que no outro dia não tem facul, né? Mas, fiquei sabendo de algo muito curioso, o dia de maior fluxo num motel durante todo dia (independentemente do dia da semana) é o 30 de setembro, dia da secretária…
Então é isso galera. Espero que vocês aumentem o texto compartilhando mais algumas curiosidades nos comentários.
Abraços e beijos!
Publicado por Participante Avulso em 21 agosto, 2010 às 0:10 | 30 comentários
Baladas, Noite, Solteiras, Solteiros
Por Igor Gakiya
Estamos a caminho e o trajeto é sempre divertido. O som alto do carro aquece os ouvidos até encontrar os amigos animados com bebidas suadas e sorrisos involuntários.
O ar perfumado acompanha o abraço engomado da melhor camisa e o melhor vestido contagiado com o espírito da noite. Sim a noite contagia!
A roda de amigos se forma e o clima descontraído é propicio. Um gole no copo incomum, a conversa afiada, um retoque no batom e um tapa no cabelo. Estão todos felizes e prontos para dançar e sorrir.
Todos para os carros que saem juntos cortando as ruas e as avenidas da cidade, a sincronia do ballet motorizado dançando ao som do hit do momento é bonito de se ver.
A trupe segue junto e os jovens que brindam a solteirice se confundem com as caravanas de casamento. A liberdade tem cheiro, tem sabor, tem sensações e emoções. A liberdade tem
som, tem vida e tem calor. A liberdade deve ser vivida, sentida e virada do avesso!
Chegar ao local que guarda tantos personagens da noite, nos contagia com uma energia que sobe pela pele e se transforma em um brilho no olhar. Os carros param na porta do lugar e os pés que tocam o chão são um close no olhar dos personagens que aguardam ansiosos na fila. São vestidos que desfilam em um balanço delicado. E o olhar firme anuncia o caçador.
A música pode ser sentida e mexe com os hormônios da solteirice. A fila vai andando, a emoção aumenta e a adrenalina sobe. Reações de quem sabe que a noite tudo pode acontecer!
A noite tem encantos e o mundo que se esconde atrás da cortina também! A cortina é um portal que divide dois mundos diferentes. Portal mágico, iluminado e esfumaçado.
Então, pouco a pouco, vão cruzando a fronteira do real e o surreal. E os amigos se encontram do outro lado da cortina. O êxtase é imediato e a energia contagia. Copos na mão transbordando de alegria, um brinde a liberdade e a vida de solteiro.
Conhecer pessoas novas e diferentes, aparentemente sem problemas ou os deixaram lá no mundo real é uma experiência prazerosa. È bom saber que existe um mundo sem culpa, aonde todos tem o mesmo objetivo. Diversão!
A lua que serve de cenário para os apaixonados foi trocada pelas luzes coloridas que tocam o nosso rosto e lasers que passeiam pelo corpo.
Fizeram do romantismo de Sinatra um hit cheio de batidas que dominam o corpo e não deixam ninguém parado.
A lua até então despercebida vai sumindo, o dia vai nascendo e anuncia que já é hora de partir. A noite acabou e o caminho para casa é cheio de histórias, a cada noite uma história diferente.
Ser solteiro é um marco. Ser solteiro é ser livre. Ser solteiro nem que seja uma vez na vida é necessário.
A vida de solteiro é um looping que não se repete!
[Nota da equipe: AMÉM!]
Publicado por Jackeline Aguiar em 18 agosto, 2010 às 9:52 | 34 comentários
Comportamento, Homens, Mulheres, Paquera
Reza a lenda que nascer de saco roxo não é fácil, principalmente por que é ele que sempre faz a voz ativa. Alguns homens dizem que a mulher deveria fazer menos doce, poxa, é difícil ir lá, dar a cara a tapa e fazer papel de bobo por causa de alguns beijinhos, quem sabe um orgasmo logo mais tarde. Afinal, há muitos riscos. Ela pode bancar a difícil a noite toda, pode pedir que as amigas fiquem por perto, pode fazer você gastar todo seu dinheiro em bebidas e no fim deixá-lo chupando o dedo, resumindo, é preciso ser muito macho para aguentar horas, dias, meses, anos de paquera, quando a mulher, ah a mulher, tudo o que ela tem que fazer é estar cheirosa, com cabelos sedosos, bem vestida e munida de um lindo sorriso. Basta mexer os cabelos, olhar nos olhos, tocar a pele do outro levemente e depois mirar a boca, este tá no papo, pode levar pra casa e fazer o que quiser, oras, muito marmanjo canta por ai que mulher é mulher e o que importa é o material que ela leva entre as pernas.
Mas calma lá com o andor porque o buraco é mais embaixo, digo, na prática não é assim que funciona.
Primeiro por que a mulher teve o cérebro projetado para dar espaço a minhocas de todas as espécies e ainda sim, não há espaço para tantas minhocas. Então, além de toda a complexidade da situação, ela é capaz de deixar mais complicado ainda.
Será que ele está a fim? Será que poderia estar a fim de mim? Será que eu faço o tipo dele? Meu Deus, como ele pode estar caidinho por uma menina quando eu sou uma mulher? Sim, eu sou mulher, eu sei o que eu quero, eu estou ciente de todos os benefícios que uma noite comigo, ou duas, ou muitas, poderiam causar.
A gente pensa demais. Ai vem uma fulana e faz em segundos o que a gente só fez em pensamentos, porque pensar demais é coisa de mulher. Fulana não é mulher? Sim, fulana é mulher, mas ela nasceu com brio. Ela honra as calcinhas que veste e não perde tempo com churumelas e mimimis, ela não põe um caminhão na situação, nem imagina que o moço é um monte de areia. Se é só uma foda, é só uma foda. Vai lá e fode, poxa! Se é amor, paixão ou simplesmente borboletas no estômago, vai lá e tira a prova. Simples. Melhor do que ficar chupando o dedo imaginando quantas voltas seu caminhão teria que dar para transportar tanta areia. Não é areia, porra! É só um homem, vai lá e faz o que tem que fazer.
Mas eu pergunto, caros leitores, e quando você não faz o que tem que fazer? E quando você conhece uma pessoa tão linda que dói? Tão legal que dá cárie e tão sexy que você tem orgasmos múltiplimos apenas pronunciando o nome dela, mas não pode fazer nada por que ela é TUDO isso?
A propósito, pessoas inatingíveis existem ou são apenas produzidas por nossa insegurança?
Beijos
Publicado por Maraisa Bueno em 16 agosto, 2010 às 0:10 | 22 comentários
Balada, Grude, Paquera
Sábado à noite, balada em vista, programada há tempos…uma amiga e eu saímos com a primeira intenção de conhecer a casa, pois nunca tínhamos ido até lá, mas o amigo do amigo do amigo tinha dito que era um lugar legal, com música bacana e uma galera bonita. Então fomos.
Primeira impressão: realmente um lugar muito legal, toca músicas fantásticas.
Segunda impressão: realmente [2] tinha muita gente bonita, mais velha, que literalmente estava a fim de dançar. Claro que havia azaração, que é o ponto onde começa essa história.
Minha amiga e eu nos interessamos por dois caras que, por coincidência, também eram amigos. Ambos bonitinhos e tudo mais. Então, tentamos uma aproximação e começamos a conversar. Cada uma com o seu alvo pretendente. Até que cada ‘casal’ foi se isolando e ela ficou com o carinha dela e eu com quem queria.

Até aí, nada demais, certo? Mas foi então que começou o grude. Sim, gente, GRUDE. O cara queria ficar abraçado comigo o tempo todo, tipo, não me soltava e eu querendo dançar e curtir com ele, mas ele queria ficar no estilo casalzinho que fica grudado o tempo todo na balada.
NÃÃÃÃÃO… ainda mais eu que adoro dançar, curtir. Eu queria sim ficar com ele e curtir a balada ao mesmo tempo (impossível?), mas podia ficar menos tempo abraçado? E o pior que a mesma coisa aconteceu com minha amiga. Eles grudaram na gente de tal forma que ficou insuportável (acho que os comportamentos dos dois passaram por osmose).
Eu sei que vai parecer brincadeira, mas tudo bem, legal ficar com um cara na balada, mesmo sabendo que é curtição, mas daí ele grudar ao ponto de agarrar, foi demais para minha cabeça pensante e paciência também.
Não tínhamos outra saída. Inventamos Falamos que íamos ao banheiro e demos um sumiço, porque estava ficando irritante. Além de grudar, não queria nem ficar beijando, só abraçado (vocês devem imaginar que ele não curtiu ficar comigo, algo que não acredito, senão ele que sumiria, certo?).
Todo mundo que lê meus posts, sabe que eu adoro balada, gosto de curtir, sempre rola de ficar com um cara ou outro, diversas histórias engraçadas já aconteceram e eu contei algumas aqui para vocês, mas essa superou todos os limites das risadas.
Acabamos indo embora, mas não pra casa, fomos para outra balada, porque era sábado, a noite era uma criança, e queríamos curtir. No caminho, demos tanta risada do que aconteceu, mas tanta risada, que fiquei com dor no meu maxilar de tanto rir. Quanto à segunda balada, fica para um próximo post.
Já aconteceu algo parecido com vocês. Tanto homens quanto mulheres , já fugiram de alguém na balada? Conta aí pra gente! =)
Beijos e até a próxima!
Publicado por Participante Avulso em 14 agosto, 2010 às 0:10 | 28 comentários
Amigos, Beijo, Homens, Mulheres
Por Carlos Ramos
Um dia desses estava numa baladinha, curtindo uma boa música com os meus amigos, quando – de repente – eu viro pro lado e vejo dois amigos se beijando. Assim, do nada, sem conversar, sem compromissos, sem pedir o telefone ou ligar no dia seguinte.
Essa nova liberdade onde amigos se beijam e até fazem sexo, sem nenhum sentimento envolvido, é demais para mim.
Eu sou do tempo em que só beijávamos uma pessoa de quem gostássemos, que amigos não se beijavam e que um beijo acontecia depois de muita conversa. Amigos então… só beijo no rosto.
Qual o objetivo de ficar com várias pessoas em uma festa? Mostrar pra todos que eu sou “O Cara” ? Ser o gostosão da bala chita? Eu, definitivamente, não compreendo a razão de ficar com várias pessoas e não cogitar a ideia de ver algumas delas novamente. Será que beijar várias pessoas é devido à inabilidade de manter uma conversa? De conquistar uma pessoa com boas palavras? Ou será pura e simples insegurança?
Beijo é muito íntimo! Tão íntimo quanto a relação sexual! É uma forma de expressar carinho, paixão. Sendo totalmente clichê, um beijo fala mais do que mil palavras.
É tão gostoso quando você beija pela primeira vez aquela pessoa que você está a fim há algum tempo. É uma descoberta. É uma conexão indescritível.
Por isso que eu acho que beijo bom é aquele beijo desejado, esperado…
E você, concorda comigo?
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