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Deixa a vida me levar…

Publicado por Maraisa Bueno em 26 fevereiro, 2010 às 7:25 | 14 comentários
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Já faz algum tempo que reparo em como alguns aparelhos como mp3, iPods ou qualquer outro tipo de “coisa tipo” que emite sons com ou sem os fones, fazem parte da vida das pessoas em qualquer lugar e a qualquer hora do dia. Acho que a grande maioria gosta de música, independente do estilo que escuta. É rock, clássico, MPB, sertanejo, axé, funk, reggae, rock alternativo, heavy metal e por aí vai. A única coisa de que tenho certeza é a de que a música faz parte da vida das pessoas, mesmo elas nem percebendo isso.

Digo pelo fato de que vou para o trabalho escutando música e percebo que há pessoas que escutam aquele “puts puts” do eletrônico ou aquele rock pesado em que os sons das guitarras são tão altos que você nem consegue perceber o que o vocalista está cantando, às 8 da manhã. Mas há aquelas que deixam a leveza de Adriana Calcanhoto ou Marina Lima tocando para que não cheguem ao trabalho já estressadas ou as que adoram axé e ficam tentando dar aqueles pulinhos quando escutam “sai do chão” e já começam o dia animadas!

Já dizia um pensador: “A música é o remédio da alma”. E se pararmos para analisar, principalmente os que não vivem sem, é mesmo. Quem já não chorou ao escutar uma música que mexeu com seus sentimentos? (pode ser por desilusão amorosa, porque brigou com a namorada naquele dia ou até mesmo que já perdeu alguém querido?). E quem já não riu, ao escutar uma música mais agitada, porque a letra fez lembrar um momento em que estava se divertindo ao lado dos amigos naquele encontro ou festa?

Ah, claro que há a que marcou aquela balada fenomenal, que você ficou com aquele(a) gato(a) e que resultou até em novos encontros, inclusive em algum relacionamento mais sério (ainda é possível, com certeza!).

Fora que alguns versos sempre te fazem pensar. Uma que gosto muito é um samba, gravado pelo grupo Fundo de Quintal: “A amizade, nem mesmo a força do tempo irá destruir. Somos verdade, nem mesmo este samba de amor pode nos resumir” (sim, adoro samba, principalmente os tradicionais :P ). Além disso, muita gente posta no twitter/Orkut/facebook/MSN ou afins alguns versos de canções pra mostrar o humor da semana!

Não vou fazer nenhuma lista de canções aqui, porque chega a ser algo infinito, mas uma música, cuja a letra aparenta ser romântica, pode até fazer com que você pense com relação ao seu jeito no trabalho e até em casa. Às vezes, encontramos significados em letras que a gente nem imagina. Sim, aquela canção que você acha que fala de amor, não pode falar de amor necessariamente, tudo depende do contexto, como já dizem muitos!

Claro que nem tudo é  perfeito, porque qual letra de funk faz você pensar? Na verdade até faz pensar, mas isso não vem ao caso nesse momento.

E quem não escuta uma canção pra se animar? Desde “Vou deixar a vida me levar pra onde ela quiser” ou até “When love takes over, yeahhhh” e quando está a fim de se acalmar, escuta aquela bem lenta, no estilo “Shimbalaiê, quando vejo o sol beijando o mar”, tão simples que te ajuda até a dormir dependendo.

E tem AQUELA música que, de alguma forma, parece que foi feita pra você. A letra, a melodia, tudo se encaixa perfeitamente com seu jeito de ser ou com um fato marcante, como escrevi acima, e que sempre que você a escuta, pensa “nossa, foi feita pra mim, não é possível”. Santos compositores que conseguem ler nossa alma.

Conta pra gente qual o estilo musical que você mais gosta?! Ou qual canção marcou algum momento em sua vida!? Eu tenho a minha e você?

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Coment�rios desde post

  1. Priscila postou em sexta-feira, 26 fevereiro 2010 às 8:54 am

    e tem também aquele cantor específico que você fica ouvindo só pra “reviver” uma época boa que ficou pra trás =/

  2. Angolfur Lems postou em sexta-feira, 26 fevereiro 2010 às 9:18 am

    A música é a arte que nos oferece a possibilidade de vislumbrarmos um pequeno sonho em sua duração, com sua poética, com sua musicalidade.
    Esta arte foi feita para isto, mas tem certos gêneros se é podemos dizer que é um, que eu classifico como ruídos que me causam entropia que não traduzem nada.
    Quanto a gênero, fico com a opinião de um maestro uruguaio, de que na realidade música só tem dois tipos, música boa e música ruim. Independe de gênero! É como o próprio amor nos relacionamentos, tem os bons e os ruins. E mesmo nos bons tem os momentos bons e outros nem tanto.
    Dentre os que mais ouço rock (clássico), MPB (de tudo um pouco), forró (tem muita coisa interessante e engraçada vide Eu, Tu, Ela), clássica (principalmente Bach e Villa-Lobos), eletrônica (estilo Kraftwerk) e por aí vai mas, sempre buscando uma musicalidade agradável e são estes os gêneros que mais ouço.
    Percebeu que seu posto também tem um quê musical? Quando você diz “E tem AQUELA música que, de alguma forma, parece que foi feita pra você” não nos lembra Certas canções de Milton Nascimento?
    E muito dos posts aqui escritos lembram algumas letras…
    Mas falar de amor, tema recorrente em músicas, mesmo com os encontros e despedidas que temos, devemos ainda buscar um sorriso de flor.
    PS: música é o canto das musas, um lance mais ou menos assim sem entrar em maiores detalhes, mas que nos veio lá da Grécia clássica. Não desssa de hoje que está quebrada…

  3. pah postou em sexta-feira, 26 fevereiro 2010 às 10:15 am

    Afinal que filme que não tem trilha-sonora?! A vida seria muito mais chata sem a música…

  4. Guilherme C. postou em sexta-feira, 26 fevereiro 2010 às 10:39 am

    Meu estilo prefirido é house music.

    Nâo adianta, já tentei gostar de sertanejo (mesmo morando na central, goiás) e vários outros estilos… Só curto pop e house mesmo.

    Música boa não é aquela que todos gostam, e sim aquela que vc se identifica e faz vc relaxar.
    Por incrível que pareça, tem gente que relaxa ouvindo Heavy Metal…

    Música define também umpouco da personalidade da pessoa, se a pessoa gosta de sertanejo, digamos que tem uma vida emocional agitada (sabe aquela amiga que diz: Nossa troca essa música, não consigo ouvi-la! Me lembra de algo que aconteceu…)

    Tudo é questão de gosto, mas garanto que não existe um ser humano que não gosta de música em geral.

  5. Rick postou em sexta-feira, 26 fevereiro 2010 às 10:48 am

    Eu gosto de tudo… tudo mesmo, mas no sangue corre a ginga do sambista. Minha letra hoje em dia, é de um samba, de um grupo do rio de janeiro (bom gosto), fala pouco, mas diz tudo

    “Quer saber tudo tem um por que
    Tô legal, quero mais é viver
    Antes só, do que ser infeliz
    Sei que vou encontrar diretriz Pro meu coração…

    Enquanto eu não encontro eu vou curtindo a viida
    Enquanto eu não encontro eu vou tirando onda
    Enquanto eu não encontro eu vou beijando em boca
    Enquanto eu não encontro eu vou badalando
    Enquanto eu não encontro eu vou pagodeando
    Enquanto eu não encontro eu sou da boemia
    Da lua”

    E se ouvir música faz bem pra alma, tocar algum instrumento e cantar multiplica essa sensação… demais

  6. Dai.. postou em sexta-feira, 26 fevereiro 2010 às 10:50 am

    Maraisa parabéns pelo post, muito original e verdadeiro…
    Como a musica, seu post é cheio de “harmonia”… rsrsrs
    A música sem dúvida nenhuma revela muito da cada um de nós, nossa personalidade, nosso estado de espírito, e nossas vontades…
    Mais uma vez… parabéns
    Amoooooooooooooo músicaaa
    Bjus Dai

  7. Paulo Henrique postou em sexta-feira, 26 fevereiro 2010 às 2:31 pm

    Maraisa, eu também adoro samba. Mas o que bate no meu peito é forró. A Falta, Avisa, 100 Anos, Estrela Cadente, Lamento Nordestino, Que Seja… Cada uma com uma história na minha vida. Tem várias que desperteram ou encerraram encontros, pegadas e namoros. Mas sou eclético por natureza: pulo no axé, movimento no funk, curto o hip hop, deliro na gafieira, piro na trance, ouço mpb e me deleito com música clássica. O post fala da música, mas pra mim música é indissociável de movimento, do corpo ou da mente. “Quando você dança, seu propósito não é chegar a determinado lugar. É aproveitar cada passo do caminho.” (Wayne Dyer). Eu busca tirar proveito do percurso inteiro!

  8. sandra postou em sexta-feira, 26 fevereiro 2010 às 3:14 pm

    Acho impossível viver sem a música!

    É surpreendente como ela é capaz de mudar o nosso estado de humor, de espírito e nos faz sonhar, acreditar e pensar.

    Musica tem suas épocas e fases e respondendo sua pergunta!

    Rock dos anos 80 impossível ouvir e não me lembrar = adolescência, hehe

    Um beijo, belo post.

  9. Sabiá postou em sexta-feira, 26 fevereiro 2010 às 4:32 pm

    só ouço música gospel

  10. Maya postou em sexta-feira, 26 fevereiro 2010 às 8:41 pm

    kkkk,mas olha Sábia. ;*

    Eu também gosto de música gospel. E concordo com alguém que disse que a vida é um filme que e deve ter trilha sonora.

  11. Woises postou em sexta-feira, 26 fevereiro 2010 às 9:08 pm

    Como fiel devoto do Deus Metal, ouço muita coisa que dá pesadelos em certas pessoas!!!!!!
    rsrsrsrs
    Otimo texto meu anjo!!!

  12. Marcinha Bo postou em sexta-feira, 26 fevereiro 2010 às 10:06 pm

    Concordo…. música é o remédio da alma. Sempre é bom ouvir independente do ritmo…
    Se estou triste, mas nem de perto ouço música romântica …. ai não rola né.
    Agora estou no meu momento sertanejo.
    E uma música que me marcou foi Stairway to Heaven(Led Zeppelin). Show de bola!!!!!

  13. Maraísa postou em sexta-feira, 26 fevereiro 2010 às 11:24 pm

    Adorei o comentário de todos! Cada um gosta de um estilo diferente e isso é muito legal, porque opções musicais não faltam para cada estilo! Obrigada mesmo pelos comentários! E como disse a @sandra, é impossível viver sem música!

    E, sem dúvida, como disse a @Dai.., a música revela muito de cada pessoa, seu jeito de ser, o que está sentindo naquela hora…

    E @Priscila, realmente, existe AQUELE cantor que você gosta das canções dele porque te trazem boas lembranças!

    Concordo muito com a @pah: todo filme possui sua trilha sonora que, às vezes, chama a atenção mais que a própria história!

    Beijos e muito obrigada a todos!!

  14. Filipe Alves postou em domingo, 1 agosto 2010 às 3:56 am

    Quando ouço Mahler, Brahms, Stockhausen ou/e Sibelius ( principalmente suas sinfonias e lieders), trasfiguro-me e vou à outra dimensão além das coisas decadentes desse tempo e espaço. No fim, descubro que música é vida interior, e quem dela tem, nunca padecerá de solidão!


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