Publicado por Nathalie Valverde em 4 fevereiro, 2009 às 8:31 | 16 comentários
2008, 2009, Argentina, Balada, Buenos Aires, Causos, Mala sem alça
Comecemos colocando os pingos nos is (já que o Felipe Gomes andou twitando boolshit por aí e não consertou): pqp, eu não estou namorando, ok?!
E vamos logo ao que interessa, a segunda parte da história…
A primeira balada que fomos em Buenos Aires chama-se Madagascar ( recomendo por sinal) e fica em Palermo. Lá toca ritmos porteños e os frequentadores são muito bem apresentáveis, diga-se de passagem.
Lembro como se fosse hoje os conselhos que ouvimos de brasileiros que já haviam ido para a Argentina: “Cuidado quando disser que é brasileira, alguns podem fazer conexões estranhas!”, “Cuidado com as roupas!”, “Andem sempre em bando, mulher sozinha é perigoso!”, “Táxi, tome sempre táxi.” e #mimimi. Só para constar, se você leu a primeira parte da viagem, já deve saber que violamos praticamente TODAS as regras dos conselhos em algumas horas, mas abordemos neste capítulo particularmente as regras de colocar na roda a nacionalidade e a de decidir os modelitos do dia e da noite.
Reconstituindo o cenário: Argentina – Buenos Aires – Palermo – Madagascar
Obediente que tento ser, resolvi ir de calça, até mesmo porque NÃO estava um calor #duca! Ao passar a porta da entrada da balada, o shorts mais comprido que vi acabava uns 2 palmos (abertos) acima do joelho, praticamente um cinto, as argentinas de top, descendo até o chão (tocava um “eletrofunkporteño” essa hora)… pensei comigo: “E as brasileiras é que são piriguetes?”.
Paramos perto do bar, nos aconchegamos num pedacinho de pista e começamos a dançar. Logo veio uma chica e puxou um dos meus amigos para bailar (não preciso dizer o que pensei, preciso?). Dança vai, dança vem, dançou ela também. Demos alguns passos, nos ajeitamos próximos à cabine do DJ e numa jogada de cabelo eu e uma amiga avistamos um cara LINDO, daqueles de cinema, sabe?
Foi o tempo de fechar a porta do banheiro feminino para sair um nooossa simultâneo. Passou. O assunto morreu, a bebida acabou e no meio do caminho do bar quem esbarrou com a gente?
Exatamente! O pedido de desculpas por causa do esbarrão evoluiu, e no mix inglês, portuñol e micagens fomos todos nos entendendo (eu, minha amiga, ele e os amigos dele – se os amigos eram feios??? NOT!), já que cada um era de um canto.
Depois de mais de três horas de risadas e conversa fiada (não, eu não estou exagerando) , óbvio que nessa altura do campeonato a gente já tinha contado do Brasil (fato que prolongou a conversa, pois eles conheciam algumas cidades daqui), o cara LINDO me chamou para dançar (não que ele soubesse dançar, afinal o cara era inglês, talvez um poste dançasse melhor). Agora pergunto à vocês, queridos leitores, já imaginam o que aconteceu?
Pois imaginaram errado! Aconteceu o improvável, um ser X me cutucou e em português lançou: “Nathalie (#WTF, ele sabia o meu nome!), se lembra de mim? Eu estudei na sala do seu irmão no colegial (idealiza que meu irmão terminou o colegial há três anos e que quando ele entrou no colegial eu já havia mudado de escola há um ano, ou seja, 4 anos atrás… QUAL A CHANCE?).” E não contente de me interromper, ainda fez questão de explicar quem ele era e contar in English, para mim e para e o inglês, sobre a vida dele e os planos para o futuro.
Dá para imaginar eu, apática e desnorteada soltando algumas frases aleatórias vez ou outra, o inglês, muito educado, não deixando de responder o que o cara perguntava e o “mala de concreto sem alça” lá, falando mais que o Faustão???
Juro, deixei os dois sozinhos, puxei minha amiga de canto e perguntei: “É pegadinha, né?”
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Alexandre Formagio postou em quarta-feira, 4 fevereiro 2009 às 8:40 am
Será que tu voltou zerada da Argentina? husauhsahusahaus
Bah to louco pra ir conhecer a Argentina, raiva master
Rose postou em quarta-feira, 4 fevereiro 2009 às 8:43 am
Cara, eu tow começando a achar que as mulheres do Diário adquiriram alguma nhaca de azar que não sai mais hauhauhauhau
Rick Freitas postou em quarta-feira, 4 fevereiro 2009 às 9:09 am
huhauhauha…
Mala fueda esse cara não?!!!
Mas iai? tem mais néh?
k.cruz postou em quarta-feira, 4 fevereiro 2009 às 9:26 am
acho q o maleta só podia ser a fim de vc…heheh…q azar!!!
Viviane dos Santos postou em quarta-feira, 4 fevereiro 2009 às 10:22 am
Nossa, é MUITO azar MESMO achar um mala sem alça depois de ANOS em outro país e NA MESMA balada que você…hahaha…
Sanseverini postou em quarta-feira, 4 fevereiro 2009 às 10:28 am
Eu acho que são todas as viagens internacionais de blogueiros. Lembro queando fui pra Argentina, tinha uns nove anos. Meus pais não queriam comprar um estilingue igual o do Chaves que tinha na loja de conveniência. Daí eu fui lá e roubei. ehueheuh. Bons tempos aqueles. ahhaha.
Nathalie postou em quarta-feira, 4 fevereiro 2009 às 10:28 am
Sacanagem deixar td mundo na curiosidade né?!
Tá bom, a maré de azar foi embora, se é que vocês me entendem, juntamente com o cara mais nonsense que eu já conheci na vida depois de quase MEIA HORA de blablabla desnecessário!
Rodrigo[NightSpy] postou em quarta-feira, 4 fevereiro 2009 às 1:07 pm
“Don´t Cry for me Argentinaaaa”..será oq cantarei ao voltar de lá, depois que as chicas me conhecerem.[Modéstia MODE OFF]hauhauhuah
Q bom q no fim se deu bem(ou não..visto q anda solteira..ou sim, visto q anda solteira..putz..confusion!!!)
Aguardo mais histórias…
gilsonpessoa postou em quarta-feira, 4 fevereiro 2009 às 1:14 pm
E aí? o ser X ficou com o gringo?
Nathalie postou em quarta-feira, 4 fevereiro 2009 às 1:28 pm
@gilsonpessoa: mas era só o que faltava, o gringo ser gay hahahaha
Aliás, situações como essa são o tema do próximo post
Aconteceu que eu saí da roda puta da vida pra falar com minha amiga, o cara X desistiu de prolongar o papo com o gringo ou o gringo cortou o papo com o cara X (whatever) e o mais importante, o gringo foi atrás de mim pra continuar a dança. Me dei bem o/
Mya postou em quarta-feira, 4 fevereiro 2009 às 4:58 pm
Já peguei um inglês uma vez… Eles não são tão frios quanto dizem! hahahaha
Alexandre Formagio postou em quarta-feira, 4 fevereiro 2009 às 6:29 pm
me poupe dos detalhes Mya
Bruno Corrêa Dias postou em quarta-feira, 4 fevereiro 2009 às 8:37 pm
huahuahu, tadinha, ser encontrada por um mala na terrinha do Maradona.
Mas como diz o ditado, toda história tem um final feliz, senão é feliz é pq não terminou.. huahuauh
muito boa essa
Thais postou em quarta-feira, 4 fevereiro 2009 às 9:47 pm
Rindo muuuiiitooooooooooo! E lembrando da minha época de solteira e das situações non-sense por quais passei rsrsrs Bons tempos rsrsrs
Diego Fávero postou em quinta-feira, 12 fevereiro 2009 às 10:43 am
ahuuahuhauhauha mtooooooooooooooo boa história!! uhauhahua rindo mtoo
Na postou em quinta-feira, 2 abril 2009 às 3:01 pm
kkkkk
Por isso eu aADOOORO ser solteira! Só assim a gente tem histórias como essa pra contar!