Publicado por Glaucio Henrique em 25 junho, 2009 às 0:10 | 61 comentários
Casais, Filhos, Mãe Solteira, Sexo
Estão os dois ali, homem e mulher. O envolvimento acontece, as bocas se tocam, as línguas começam a fazer movimentos cada vez mais intensos, as mãos já não obedecem mais aos comandos. A primeira peça de roupa cai. Em poucos minutos as peles se tocam. A consciência nos abandona e vai tomar uma cerveja. O sexo começa loucamente, nenhum dos dois lembra de se proteger e de repente o (in)esperado acontece.
Uauu… sensacional, mais uma transa animal, suor, pernas tremendo, sorriso estampado. Legal, legal! Mas espera aí. Para onde foram aqueles milhões de espermatozóides? Para algum lugar certo? Hum… ela toma pílula regularmente. Se esqueceu? Tem a pílula do dia seguinte, chás caseiros, simpatias, mandingas, enfim, uma porção de “planos B” para evitar a tão polêmica GRAVIDEZ. Mas meu querido leitor, quando a coisa é pra ser, esquece! Nem colocando um aspirador dentro da menina vai puxar o que seu amiguinho cuspiu lá dentro. Pronto, tá feito. Mais um brasileirinho com nariz escorrendo e remela no olho que entra para os números do CENSO.
Se o casal se ama, se tem planos de ficar juntos, a criança terá uma família bonitinha, papai e mamãe juntinhos para cuidarem dele. Mas, e quando acontece o contrário? Quando nenhum dos dois tinha planos, quando o sexo foi uma louca aventura, quando ele era um “quase” desconhecido, quando o cara é um moleque que não está nem aí pra nada, quando não existe sentimento? Bom galera, apresento a vocês a tão comum e conhecida MÃE SOLTEIRA.
Deixando de lado todos os problemas que a mulher já passou durante a gravidez e o parto (que não são poucos), após um determinado tempo, a então mãe solteira passa a se preocupar um pouco com o coração dela. Ela começa a sentir falta de alguém para cuidar e dar carinho a ela e inicia a busca por um relacionamento.
Tudo beleza até então. Ela sai com as amigas, conhece gente nova, gente interessante, troca uns beijos, telefones, marca um segundo, terceiro, quarto encontro e, quando o papo começa a ficar mais íntimo e dando a entender que ela e o cara tem muito em comum e que chegaram a esse ponto porque querem algo a mais, surge a frase: “eu tenho um(a) filho(a)”. Pense no cara paralisado, estilo o Chaves quando vê uma assombração (fiu, fiu fiu, fiu fiuuuuuuuuuu – com a maozinha balançando). É bem essa sensação que toma conta da pessoa quando ela recebe essa informação tão chocante. A primeira resposta que parte da pessoa que recebe a notícia é: “ahh, que lindo (a)! Qual o nome dele (a)? Quando, na verdade, internamente ela está pensando: “poutz, uma criança?”
O que acontece depois disso não é novidade pra ninguém. Muitas vezes o cara não liga mais, começa a dar uns perdidos, inventa uma viagem pra ver a avó no interior e mais um possível relacionamento vai por água abaixo. Não digo que essa reação é típica dos homens. Muitas mulheres reagem da mesma forma quando estão interessadas em um cara mas descobrem que o mesmo já é pai. Algumas acham fofo, bonitinho e tal, mas no fundo rola sim uma pulga atrás da orelha.
O que passa na cabeça nessa hora:
- A criança deve demandar muito tempo da vida dela(e), ou seja, agenda praticamente lotada;
- Provavelmente ela(e) não pode passar muito tempo fora de casa, ou seja, #notrip;
- O pai (mãe) deve ser um(a) mala folgado(a) que enche o saco de hora em hora;
- Você pensa em como sua família vai receber aquela notícia;
- etc, etc, etc.
Tudo isso listado são exemplos claros de PRECONCEITO!
Não se pode simplesmente deixar de viver momentos legais com uma pessoa pelo fato dela ter uma criança que não foi planejada. Tirar o time de campo significa covardia e frieza, pois essa mesma pessoa que tem um ser dependente dela, pode lhe ensinar N coisas que antes nem lhe passavam pela cabeça. Não me refiro a trocar fraldas, fazer mamadeira, por pra arrotar, nada disso. Me refiro a entender um pouco sobre o espírito de ter uma família própria, de ser exemplo pra alguém, de ter obrigações, de educar, etc. Entendo perfeitamente que muitos não querem saber de meninas ou de caras com “um brinde”, que estão na pegada da azaração, dos rolos, das ficadas sem compromisso. Mas deixar de dar oportunidade a uma pessoa e abrir mão de um lance que poderia ser legal por achar que a criança vai atrapalhar, não está com nada.
Já passei por essa situação e assumo: é complicado mesmo, mas é uma questão de adaptação e maturidade. Dependendo do que você está procurando num relacionamento, namorar uma menina ou um cara nessa condição pode não ser a melhor das experiências. Se o cara ou a menina forem imaturos, é melhor mesmo que não levem a relação a diante. Isso fará que outra pessoa sofra menos. Mas, se você gosta realmente dela(e), acredita no sentimento e está disposto(a) a ajudar de alguma forma no dia-a-dia, posso garantir que será uma experiência bacana.
Meu relacionamento com essa pessoa não deu certo por questões de mudança de cidade. Foi até uma barra pra mim, porque além de gostar da pessoa, tinha me apegado ao filhinho dela que aprendeu a torcer para o meu time. Gostava de conversar comigo, assistia filmes e desenhos, enfim.
Esse texto pode não ter muito a ver com o blog, mas o fiz como uma homenagem a uma amiga que vi chorando hoje por ter passado (mais uma vez) por uma decepção ao ver que o cara que ela estava se envolvendo simplesmente desapareceu ao saber da existência do filhinho dela.
Preconceito não está com nada! Todo mundo merece uma chance!
E você, caro leitor, já passou por uma situação assim? Como reagiu? Conta aí!
Não quero ver nenhuma leitora me discriminando só porque tenho duas filhinhas, hein?!
Beijos e abraços,
Glaucio Henrique
twitter.com/glauciomv
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Mariana postou em quinta-feira, 25 junho 2009 às 12:30 am
Sim, tem duas filhas fofas!!! kkkk
Sem discriminação… \o/
Ótimo texto! Falou e disse, mães solteiras também amam!!!
Beijinhos
Iuri Mendonça postou em quinta-feira, 25 junho 2009 às 2:17 am
cara não tá com nada isso mesmo… minha ex tem uma filhinha que tá com 5 anos agora e até hoje ela me adora e eu a ela, tenho contato até hoje com a minha ex só por causa da menina…
otimo texto lek!
Alezinha postou em quinta-feira, 25 junho 2009 às 5:45 am
Aê Glaucio ,mandou bem novamente…..otimo texto….tenho duas primas que passam por isso e sei como sofrem ….mas ainda acredito que existem pessoas inteligentes por aí …
bjuss
Carlos DF postou em quinta-feira, 25 junho 2009 às 8:37 am
Nunca me envolvi, não sei como seria minha reação. Pra ser sincero eu acredito que teria muito medo. Esses preconceitos listados não passariam na minha cabeça, eu só teria medo de saber se eu seria aceito na vida/rotina da mamãe/criança.
Eu sou novo, então também não sei como minha família receberia a notícia.
Sergio postou em quinta-feira, 25 junho 2009 às 8:48 am
Mandou bem mlk!!!!!!
pootz… complicado esse assunto hein! ja rolou de eu ficar com mulheres com filhos… nao me lembro de nao ter rolado mais por elas virem com o kit!! não sei como seria se eu curtisse uma mulher com filho… só vivenciando, mas com certeza nao fugiria nem a pau pelo fato dela ter filho, principalmente pq adoro criança.
Tenho um amigo que ta com uma mulher que tem filho, sempre tem alguem brincando com ele…. é foda iso!!!! mas nem todo mundo tem a consciencia de que ja é uma barra pra ele e ter que escutar brincadeiras dos brothers ainda!!!!
mandou bem demais
absss
Leandro Duarte postou em quinta-feira, 25 junho 2009 às 9:16 am
O famoso Kinder Ovo! uhauhauhauh
Falando sério, mandou bem Glaucio! Fugir da mulher só por conta do filhinho é muita sacanagem, o convívio com uma criança é uma das coisas mais bacanas que existe, impressionante como uma criança mudar o mau humor de uma pessoa!
Ps. Não, eu não quero ter filhos por hora, mas vossas mães….
Glaucio postou em quinta-feira, 25 junho 2009 às 9:34 am
@Mariana – Você gosta delas né? hauhauah beijoooo!!!
@Iuri Mendonça – Brother.. ainda bem que vc é um cara maduro e soube lidar com essa situação. Tem muito cara que faz a menina sofrer. complicado mesmo… valeuuuu!!
@Alezinha – Oi linda… então… acontece isso na minha familia tb… o foda é que as vezes o preconceito é interno!! Beijos e obrigado por comentar!
@Carlos DF – é brother… é complicado viu… só vivenciando pra saber… abs!!!
@Sergio – Graaande Brother!! beleza ae?? então cara, na boa, eu tb adoro crianças, e nunca deixei que isso fosse uma barreira pra mim… tem que ser maduro mesmo pra conviver com isso e aguentar piadinhas idiotas de amigos.. valeu amigão… abs!!!
@Leandro Duarte – e ae lek!!! beleza maninho? então cara.. kinder ovo foi foda.. e a criança ajuda mesmo a resolver o problema do humor.. valeu man!!
Fernanda postou em quinta-feira, 25 junho 2009 às 9:51 am
Bem… Eu não gosto de crianças. Então nem penso que no meu caso seja uma questão de preconceito, mas de gosto mesmo. O problema não seria o tempo do parceiro, as obrigações, a mãe dos pimpolhos… Só não teria paciência com as crianças em si, por mais educadinhas que fossem.
Mas entendo que não deve ser nada fácil também para quem dá a notícia. E a mulher geralmente está lá, toda apaixonada, e de repente se vê sozinha mais uma vez porque o sujeito não aceitou muito bem a ideia dos “brindes”. Aí abordo uma outra questão: é bom pensar e repensar na hora de ter filhos. Se foi planejado, ótimo. Mas vacilar por falta de prevenção é outra história. No caso, é o preço da irresponsabilidade. Um amigo (que não é novinho mais, está perto dos 40 anos) está passando por isso. Engravidou a ex sem planejamento quando o namoro já ia mal das pernas. Claro que a relação acabou. Hoje ele faz de tudo pela filha – mas esqueceu de si e está acabado; envelheceu uns 15 anos em dois.
Abraço!
Alexandre Formagio postou em quinta-feira, 25 junho 2009 às 10:02 am
Excelente post.
O GRANDE problema é que as pessoas acham que se relacionar com alguém com o filho, é igual levar o filho de brinde e adotá-lo e muitas vezes estamos falando só de PEGAÇÃO. Se já estivesse pensando em algo mais sério, tudo bem, mas se você só está dando uns fuck-fuck com a “mãe”, pra que encanar com o filho!?
Loirah ! postou em quinta-feira, 25 junho 2009 às 10:10 am
Muito bom texto Glaucitcho!
Na minha opnião preconceito sempre vai ser ridículo. Seja com mães (pais) solteiros, religião, classe social, etc…
Aliás… as duas menininhas não precisam de uma mãe postiça???
Rs.
BjOooOo!
Glaucio postou em quinta-feira, 25 junho 2009 às 10:15 am
@Fernanda – é.. quando não gosta de criança, a problema pode ser maior ainda… mas é uma questão de adaptação
@Alexandre Formagio – disse tudo cara… depende muito da intenção que a pessoa tem com a mae ou o pai solteiro… valeuu
@Loirah ! – hauahua já falei pra para de me chamar de Glaucitcho!!!!! voltando ao texto… minhas meninas são bem cuidadas viu… todas andam com o nariz limpinho e sem remelas… hheehehe… maaaaaass.. se vc gosta de assistir Backardigans… demorou entao… hauhauahaua… beijooooooo
Lari postou em quinta-feira, 25 junho 2009 às 10:31 am
gostei muito do texto. mandou bem! essa temática devia ser abordada mais vezes, pq afinal “Preconceito não está com nada! Todo mundo merece uma chance!”, como vc mesmo disse. Um amigo meu namora uma menina que tem um filhinho e eles estão super bem, juntos há anos… e a nossa turma adora o menino. Nada como respeito e bom senso, né gente?!!
Nathália* postou em quinta-feira, 25 junho 2009 às 10:38 am
Nunca passei pela experiência e realmente não sei qual seria minha reação.
Tenho uma amiga de 26 anos que tem uma filha de 5. O ex encosto dela, pai da criança, terminou o namoro quando descobriu a gravidez. Ele disse que com a criança eles não teriam mais tempo um pro outro, que o dinheiro não daria mais pra eles sairem, que agora eles tinham outra prioridade na vida, que o namoro ficaria parecendo casamento e que ele não estava afim disso e bla bla bla.
Sei que a atitude desse cara é ridícula, extremamente infantil e que não serve de exemplo pra ninguem, mas estou citando esse caso pra mostrar que se até o pai da criança age com preconceito e é capaz de deixar a mãe da própria filha pelo fato dela ser mãe, devem haver váaarios caras por aí que fazem o mesmo, ainda mais se não têm nada com o rolo.
Loirinha postou em quinta-feira, 25 junho 2009 às 10:42 am
Glaucio!!! Cada vez te admiro mais e mais!!!
Adorei seu texto!!!
Abaixo ao preconceito, todas as pessoas tem direito de serem felizes!
Abraço
Rose postou em quinta-feira, 25 junho 2009 às 10:48 am
Nunca passei por isso, mas o Cadu, do http://www.eueascriancas.wordpress.com me conta histórias sobre ser pai solteiro. Deve ser difícil, ainda mais pros ciumentos.
Belo post =*
Naninha postou em quinta-feira, 25 junho 2009 às 10:54 am
É o que o Alexandre falou, tipo, pq o fato de ter um filho vai fazer a mulher estar procurando relacionamento sério?
E tipo, se as casadas tem tempo pro marido, a solteira também consegue arranjar tempo pro cara.
E não são os homens que vivem reclamando de mulher que não tem vida própria e são grudentas demais? rsrs
ana paula postou em quinta-feira, 25 junho 2009 às 10:57 am
Glau cm mais um texto maravilhoso… Adoreeei
E conheço varias amigas que ja passaram e passam por isso, inclusive na minha familia tem um caso desses, e infelizmente existe ainda mto preconceito em ser mãe solteira, mas….elas tbm devem ser amadas!!
bjuuu
Thi postou em quinta-feira, 25 junho 2009 às 11:03 am
Excelente post! Mandou bem
Bem lembrado: “Pense no cara paralisado, estilo o Chaves quando vê uma assombração (fiu, fiu fiu, fiu fiuuuuuuuuuu – com a maozinha balançando).”
Me mijei de rir aqui…uauahuahua
Nika postou em quinta-feira, 25 junho 2009 às 11:21 am
Caracas, é a mais pura verdade, já estive do outro lado da moeda (eu não tenho filhos). Realmente dá uma desanimada, mas eu procuro não pensar nisso e se valer a pena investir na relação pq não?
thahy postou em quinta-feira, 25 junho 2009 às 11:25 am
o erro começa qdo ela não fala sobre o filho logo no início.
Fernanda postou em quinta-feira, 25 junho 2009 às 11:25 am
Engraçado, apesar de eu amar crianças (de preferência as educadinhas), nunca saí com um pai solteiro… Mas uma vez um cara achou que eu não queria sair com ele por causa que ele tem um filho, sendo que eu nem sabia da existência do mesmo (e eu que sou doida, hein)
Minha amiga é mamãe solteira e não é fácil, mas ela tem se dado melhor que eu…
Cammy postou em quinta-feira, 25 junho 2009 às 1:46 pm
Acho que a dificuldade desses casos ultrapassa o preconceito já que o egoísmo também atrapalha bastante. Claro, deve ser mais complicado namorar uma pessoa que tem filho(a), mas se existir conversa e compreensão dos dois lados, as coisas se tornam bem simples. Sem contar que ter uma criança por perto faz muitíssimo bem.
Ahh, Glau, eu não tenho filho, mas tenho outras qualidades rsrs Se eu fosse você, pedia o número do meu telefone!?!? rsrs
Adoro!!
beijos**
taty tomasine postou em quinta-feira, 25 junho 2009 às 2:08 pm
já leio o blog a tempos mais nunca comentei.
mais este post é especial,pelo menos pra mim q já tenho uma filha
nossa no começo foi a maior barra(afinal gravida aos 18 anos ñ é facil)
mais hj minha bebe é meu amor
e claro q continou saindo,beijando,só ainda nao consegui arruma namorado,rs,realment a maioria tem medo.
bom e eu vou protegendo minha bebe tambem ne,nao da pra fica apresentando pra qualquer um.
bj
Latino postou em quinta-feira, 25 junho 2009 às 2:36 pm
Ah, você tem duas filhas? Bem, isso explica sua posição. Você já é pai, vê com mais naturalidade esse lance de [pa|ma]ternidade.
Agora pense numa pessoa sem filhos, cheia de planos na cabeça, planos esse que muitas vezes não incluem crianças no médio prazo (muitas vezes nem no longo). Essa pessoa começa a sair com alguém, está começando a se interessar, e de repente recebe uma bomba dessas…
Claro que simplesmente desaparecer é covardia, (apesar de ser uma saída comum do gênero masculino, vide post recente do Leandro Duarte), mas é natural que o solteiro sem filhos reveja sua posição.
Sim, tem gente que não vê problemas, e segue o relacionamento. Outros acham que o pacote é pesado de mais, e preferem procurar algo mais leve.
Acredito que a melhor saída para as mães (e pais) solteiras, seja deixar claro logo cedo, a situação. Isso vai continuar afugentando a grande maioria dos pretendentes, mas pelo menos será antes de haver algum envolvimento entre as partes.
Soninha postou em quinta-feira, 25 junho 2009 às 2:55 pm
Ótimo texto, Glau.
Tenho algumas amigas que são mães solteiras e elas se saem muito bem. Vão pras baladas, namoram normalmente. Não sei se elas têm problemas nos relacionamentos por terem filhos, mas eu sei que elas têm muita sorte de poder contar com a ajuda das ‘vovós’… Tadinhas…hehe Enquanto as vozinhas cuidam dos netos, as garotas saem pra curtir.
Se eu fosse mãe solteira, acho que minha preocupação principal não ia ser se meu rolo/namorado iria aceitar a situação e sim, que tipo de homem eu estaria trazendo pra vida da minha filha(o). Muitas mães só olham pro próprio umbigo, entram e saem de relacionamentos, sem se dar conta da ‘confusão’ que isso pode gerar na cabecinha das crianças. Eu conheço muuuuuitas assim, que estão preocupadíssimas com a opinião dos namorados, preocupadíssimas em não desapontá-los, enquanto os filhos ficam em segundo plano…
Enfim, na minha humilde opinião, as mães solteiras devem e têm o direito de aproveitar a vida, mas sem deixar os filhos em segundo plano. Pronto, falei.
Ana Thais postou em quinta-feira, 25 junho 2009 às 3:26 pm
Nossa, acabei ‘me lendo’ nesse texto. Hahahahaha.
Eu até tentei continuar com o pai da criança, quando engravidei, mas já não gostava mais dele. Estava para terminar quando descobri que tava grávida, imagina?
Me separei há 7 meses, já tive alguns rolos desde então, mas é sempre a mesma coisa, galera acha que eu quero um pai pro meu filho. De jeito nenhum! Um pai já é traumático o bastante, imagina dois? Hahaha.
Quando fiquei solteira, minha melhor amiga me disse: “Uma pessoa que não ficaria com você porque você tem um filho, não ficaria com você se você não tivesse”, e eu acho muito verdade.
Vejo meu baixinho como um filtro, sabe? Malandro foge quando sabe que eu tenho um filho. Quem realmente merece ficar comigo, permanece do meu lado.
E não sabia que você tinha duas filhinhas =) Parabéns!
Luciana postou em quinta-feira, 25 junho 2009 às 3:26 pm
Ameii seu texto!!! E para as maaes solteiras desesperadas eu quero dizer que EXISTE VIDA APÓS O PARTO SIMMMM!!! Eu sou mae solteira e sofri bastante, um cretino que eu saia chegou a falar na minha cara que acharia super estranho namorar comigo por causa da minha filha, UM NOJENTO! Nunca mais nem atendi os telefonemas dele, pq se a minha filha incomoda nao sei o q ele keria comigo!
E depois do sofrimento sempre vem algo bom, to namorando ha 8 meses, to hiperrr feliz! Sem duvida meu namorado é incrivel, pq ele teve que me conquistar e conquistar a minha filha tbm ( 3 anos e geniosa) E CONSEGUIU!!! Agradeço todos os dias a Deus! E acreditam que devem existir outros homens assim, pq qdo gosta da pessoa nao importa nada!!!
Ana Thais postou em quinta-feira, 25 junho 2009 às 3:30 pm
Ah, e concordo com o comentário da Soninha ai em cima. Primeira coisa que eu penso quando conheço um cara, é se quero esse tipo de pessoa perto do meu filho =)
Apenas um Cara… postou em quinta-feira, 25 junho 2009 às 3:53 pm
Aê, rapaz. Assunto interessante!
Há pouco mais de um ano conheci uma colega no trabalho. Simpatissíssima, linda, inteligente, só tinha um probleminha… super-descuidada. Ainda estávamos nos conhecendo quando ela descobriu que estava grávida de um namorado casado. O detalhe é que era o segundo filho, sendo que o pai do primeiro é meu amigo e colega.
Quando me separei (e o pimpolho nasceu) engatamos um arremedo de namoro, e foi bem bacana. Ela dizia que eu podia com ela na semana, desde que voltasse cedo, e que o fim-de-semana seria apenas mãe. Foi legal, mas decidimos não namorar, enfim.
A maioria dos caras fugirira ao saber, mas eu fui me aproximar só depois.
Hoje sou padrinho do mais novo (que adora mexer na minha barba), me dou superbem com a moça, e o mais velho me adora, mas morre de ciúmes quando chega a mãe chega perto, hahaha! Sábado é aniversário dele e já comprei presentes.
Acaba sendo, como foi dito acima, um filtro pras mães (que tem juízo). Elas acabam tendo mais cuidados com as pessoas que trazem pro convívio do filho.
Agora, deixa eu te contar, tem uma moça que conheci dia desses é gatíssima, só tem um detalhe, tem uma filha bem grandinha…
tuíta: @maisembaixo
César Flokos postou em quinta-feira, 25 junho 2009 às 5:29 pm
Concordo com o rapaz da festa do apê!
Joga a real, quem ficar é pq tá de boa! não cria nem sentimento nem ressentimento!
Déborah postou em quinta-feira, 25 junho 2009 às 7:18 pm
Adorei o texto!
Podemos chamar essas pessoas de Mc Lanche Feliz!
Já vem c um brinde! Hehehehehehehe… =D
Aaaa… Vc tem duas filhinhas? Q fofo!!! Nada de preconceitos!
BJS! =***
Raquel postou em quinta-feira, 25 junho 2009 às 10:11 pm
Namorei um cara que tinha um filho de 3 anos, mas foi super light, sem nenhum problema. Já a minha prima tem um enteado de 2 aninhos, com a criança não tem problema nenhum. Mas, às vezes, a ex-mulher, que na verdade foi só uma namorada, fica fazendo mil e umas artimanhas pra voltar ou fica impedindo do pai de sair com o filho se ela estiver junto (?)
Belo texto, como sempre. Vou parar de te elogiar, tu vai começar a se achar hahahahahahahaha
Beeijão, Glau
Telma postou em sexta-feira, 26 junho 2009 às 12:10 am
AMEI!! Acho que não é fácil mesmo – encontrar alguém quando se tem outro alguém para cuidar. Além do preconceito, que já diminui muito as chances, não gostaria de colocar na vida do meu filho um “alguém qualquer”, ou ficar apresentando para ele sempre um cara diferente. Isso me deixou mais seletiva (e chata mesmo
) para me envolver com outra pessoa. Talvez por isso ainda não encontrei um relacionamento sério desde que me separei. Faz parte.
Texto muito legal mesmo.
bjs
alana postou em sexta-feira, 26 junho 2009 às 3:14 am
oiiii sou nova aki no blog e pelo que eu to lendo aki to adorando!eu concordo com tudo que vcdisse,mas o problema eh que muitos carinhas tem preconceitos com isso,e fico triste que no tempo em que a gente vive existem pessoas com a mente tão fexada!
Transeunte postou em sexta-feira, 26 junho 2009 às 11:37 am
Não acho que é preoconceito.. questão de praticidade mesmo ora bolas. Se o status da mulher for só de “quebrete da pista pra dar um role de vez em quando, uns amassos e nada mais”, infelizmente um filho só vai atrapalhar a pegação – é chato, mas é verdade.
Mas se a garota for realmente interessante, se tiver algo mais no relacionamento alem do tesão, dá no mesmo ser mãe solteira ou não. Até porque por uma boa recompensa vale a pena esperar o moleque dormir, ou abrir mão de viajar num final-de-semana…
Cada um com seu cada um, acho importante que mães solteiras saibam que o fato de terem um moleque em casa (e serem portanto menos disponiveis) acaba livrando-as de boa parte dos manés imaturos por aí…
Existem sim caras legais e etc, mas o fato da mulher já ser mãe, exige uma responsabilidade maior dentro do relacionamento que a maioria dos caras tá disposto a bancar. Mas no fundo é tudo uma questão de custo x benefício. Tornem-se pessoas mais interessantes, dediquem-se a outras áreas, e quem ganha são vocês mesmas!
Aliás, as mulheres deveriam AGRADECER por existirem homens assim que pulam fora logo no inicio.. afinal de contas, um cara que só quer te comer, não seria boa influencia pro “Jr” de qualquer maneira, não acham? ..ou preferem ser cozinhadas em banho-maria até descobrirem da pior forma possível que o cara não tá ali pra ser “padrasto” do moleque?
[]’s
Victor postou em sexta-feira, 26 junho 2009 às 4:01 pm
É meu caro …
Perdi minha namorada a aproximadamente 1 mês devido a isso. O fantasma da ex-mulher assombra ela, e ela simplesmente preferiu desistir de tudo do que tentar e lutar pela pessoa amada. E ainda, meus filhos adoram ela. E pior, me deixou, dizendo que gostava de mim, e hj, 1 mês depois, me procura dizendo que não me esqueceu mas ainda tem receio em ficar comigo. Isso dói muito …..
Anninha postou em sexta-feira, 26 junho 2009 às 5:38 pm
parabéns pelo texto e admiro caras como vc com essa opinião..assim continuo acreditando que posso encontrar várias pessoas que possam ter senso de certo e errado.
não ao preconceito!
bjux
Aninha postou em sexta-feira, 26 junho 2009 às 6:22 pm
Caí de paraqueda hje no blog…já li muita coisa e gostei…voltarei sempre!
Tenho varias amigas q tem filhos e encontram esse tipo de preconceito sim…mesmo q seja implícito. É uma pena! Pq acho q os caras perdem muito em não conhece-las melhor…
Abraços…
Naty postou em sexta-feira, 26 junho 2009 às 8:02 pm
Eu não tenho filhos, mas tenho um afilhado lindo e vivencio estas coisas de perto. Minha amiga encara isso numa boa, ela tem um mulequinho mto danado e qq cara q ela conhece a 1ª coisa é falar do filho, e nunca a vi tendo problemas com isso. A unica coisa chata é que ela não seleciona, qq rolinho de 3 meses ela já leva em casa pro menino conhecer, por enquanto td bem, ele só tem 2 anos, mas mais tarde talvez isso confunda a cabecinha dele.
Mas se tem uma coisa que não rola é a falta de tempo, td mulher, quando lhe é conveniente, arruma tempo pra td e a sorte da minha amiga é que eu adoro passar os finais de semana com ele, até já arrumei um rolinho no shopping enquanto desfilava com meu afilhado.
Glaucio, tenho milhões de dvd’s infantis aqui… querendo é só trazer as pimpolhas que a gente assiste tudo junto….
Grazynha postou em sábado, 27 junho 2009 às 7:00 am
Oieeeee….. Primeira vez comentando aqui…. xD
Glaucio…. Vc quase contou minha história….rrsrs…..
Me relacionei a pouquissimo tempo com um rapaz que tem 2 filhos…. Soube deles antes mesmo de começar a me aproximar do rapaz…. Foi uma experiencia única…. Houve mto preconceito por parte de minha familia….
Não deu certo por alguns outros motivos….. Mas te confesso que estava me relacionando com ele pq tava curtindo o momento, mas chegar a ter algo sério não era minha intenção…..
Bjinhos….. õ/
Grazynha postou em sábado, 27 junho 2009 às 7:01 am
Ah… Adorei o post… Parabens!!
Lou postou em domingo, 28 junho 2009 às 8:00 pm
Nossa…lendo isso , fiquei pensnado aqui que faço discrimição na mão contrária, tenho uma filha e não acieto namorar ninguém , quero protege-la de relações que não sei onde vai dar, pois ela não pode ver um colinho bom de alguem que possa ocupar essa posição que pula em cima , beija , abraça…fico com medo.Mas pelo visto , eu estou julgando mal…ou protegendo demais, sei lá , este é um assunto complicado pra mim…mas adorei o teste, me fez pensar sobre isso…
Leandro postou em domingo, 28 junho 2009 às 11:10 pm
caraamba, qnd li o tema do post nem imaginava do que se tratava e qnd fui ler o conteúdo era exatamente oq estou vivendo! a menina tem um filhinho, mas ainda nao me contou…bom, vamos ver no q vai dar!
ótimo post!
esse blog é supimpa, hah
abraço!
Carolina Diniz postou em terça-feira, 30 junho 2009 às 1:44 am
Glaucio,
Sensacional!!!!
Como sempre, excelente!!!
Adorei
Naiane postou em quarta-feira, 1 julho 2009 às 1:27 pm
Nossa cara queria encontar um homem assim como vc,de inicio vc contou minha história,”aquele deslize”,entende?
Estou gravida de 5 meses e sou solteira,tinha um relacionamento bom com o pai do meu bb (ficadas),mais assim que ele descobriu da minha gravidez resolveu juntar os “trapos” com outra mulher,eu sou apaixonada por ele e sofro com isso dentro de mim, tento disfarçar dizendo que o que eu quero com ele é apenas amizade,mas sofro toda vez que ouço algum dos meus amigos comentar comigo que o viu em uma festa com ela ou coisa assim,(claro eles são casados),disfarço e dou um sorrizinho.
Bom sei que com ele não tenho mais chances e no momento estou mais centrada no que fazer da minha vida,e qual a melhor maneira de educar meu bbzinho,pois ainda moro com meus pais (caso chato)…
sei que minhas chances de ficar com ele são pelo menos uns 5%…
E tudo que eu quero é um cara legale não encontro,não por estar gravida mais sim pelo fato de que antes dele tives outros relacinamoentos que me apeguei muito rapido e no final lá vem aquela bomba,vc fica sozinha de novo apaixonada e depressisva até que venha outro cara e cure sua solidão,até então vc descobrir que ele é comprometido,mais ai ja é tarde vc já está louca por ele,essa é a vida,bem sei que estou fugindo do assunto,pórem textos como esse seu me ajudam nas horas vagas a refletir melhor e ver primeiro com quem estou me envolvendo pra não cair em amardilhas,agora imagina só se já era dificil encontrar alguém sem um filho,meu Deus e agora?
Bjos desculpa digitei demais.
Jac postou em quarta-feira, 1 julho 2009 às 9:52 pm
Oi.
Estou aqui de penetra. Joguei no Google “Mae Solteira” veio o seu Blog. Pois é! Ainda não sei se serei mãe solteira. Descobri hoje, durante uma consulta por causa de uma gripe que estou grávida. Liguei na hora para meu namorado (estamos juntos a 5 anos) e só serviu pra eu ficar mais nervosa porque ele reagiu muito mal. Ficou questionando o exame (que foi aquele rápido de urina) e ficou perguntando sobre o anticoncepcional (eu fiquei 8 meses sem tomar, pq estava com alguns efeitos colaterais e ele sabia). Acontece que tem dois meses que voltei a tomar… Fiz o exame de sangue evou pegar o resultado amanha de manhã. O fato é que já é um susto. Não esperava de jeito nenhum. E me sinto sozinha pq ele esta sendo egoista. Dizendo que isso não podia ter acontecido agora, sem planejar. Não recebi nenhum apoio. Não contei pra ninguém ainda pq estou em estado de choque. Meu problema não é ser mãe solteira. Tenho 32 anos e um bom emprego. Acho que seguro a barra. Estou triste pq até agora não recebi apoio. Só questionamentos e reclamações. Desculpa eu desabafar aqui, mas ainda não tive coragem de contar pra alguém próximo. Até!!!
Renata postou em quinta-feira, 2 julho 2009 às 3:00 pm
O problema é que tu acaba se envolvendo com a criança tb, e criando um vínculo com ela. Qdo o namoro acaba, tu tem que terminar com 2 pessoas diferentes… Isso é bem complicado
Mell postou em sexta-feira, 3 julho 2009 às 11:28 am
Nossa achei super legal esse post.
nunca tive experiencias desse tipo mas , acho que não reagiria mal não.
e tem um caso na minha familia que a esposa de um familiar meu não gosta da enteada.
Rídiculo!!!
um tema muito legal mesmo…
oxoxoxox
tha postou em quinta-feira, 9 julho 2009 às 9:00 pm
o post é maravilhoso, declara muito bem , porém, nem sempre unioes planejadas são vividas. eu casei tive 1 filha, pq o homem que estava comigo queria muito isso. foi uma escolha , que nos fizemos e parecia que eu sabia que ia dar no que deu. mesmo planejado nem sempre o homem ta preparado pra abrir mao de certas coisas por um tempo , a criança nao é de um ;é dos dois, o que meu deu serios problemas, influencio no meu casamento . fiquei sozinha com ela.
Confesso que depois disso me traumatizei , tentei de milhares formas(insanas e normais) voltar, me reconciliar, deixei meu orgulho no chão. alias, por ela, pela minha “familia” era valido. nao me arrependo fiz o que podia. oq ue achei valido.
hoje ( um ano depois) eu voltei a sair, tentar conhecer alguem que cuide de nós, dormir com uma criança pedindo uma familia nao é algo facil d eouvir, doi no meu peito, e eu percebo um vazio, nao sei parece que falta algo. tento sair com minha filha, passeamos nos duas, mas parece que falta alguma coisa. O pior de tudo nao é somente faltar e qndo vc olha pra quem esteve com vc e planejou tudo isso, vc pensa: meu.. q m… eu nao queria isso..
eu ja passei por preconceito, ja fiquei arisca. hoje eu sou bem clara em relação a isso. eu quero um companheiro,alguem pra cuidar zelar, ajudar dividir. Doi meu peito qndo minah filha ve o pai dela em casa e fala pai vc nao volta mais..?? ou pior qndo acontecem as recaida, ou os dois acabam dormindo e ela ve nos dois, ela fala, a minha familia!!! papai voltou.. .
nao sei oq ue é pior..=/
Mandinho 36 anos postou em sábado, 11 julho 2009 às 11:58 pm
Estou separado a 6 mese e acho que nao tem volta ja tentei coversar mais com ela mais nao deu serto vou tentar achar quem goste de mim chegua debater na mesma tecla.
Dany postou em segunda-feira, 13 julho 2009 às 10:00 am
Oi Glaúcio, adorei esse post….sou separada e tenho dois filhos, e posso te dizer que, quando a gente quer curtir a vida, dá muito bem prá separar as duas coisas, inclusive viajar. Afinal de contas, existem os FDS que as crianças ficam com o pai….e nada mais justo do que a gente aproveitar, afinal de contas, não preciso ser mãe 100% do tempo, porque também sou mulher, sou nova e quero curtir a vida! Já saí com alguns caras que sabem que tenho filho, mas não se importam pq já sabiam qdo me conheceram, e sei separar as coisas. A menos que a coisa comece a ficar séria, aí o caso muda de figura….Por enquanto, estou só me divertindo, e prá isso não tem idade, estado civil ou se tem filhos ou não que possam prejudicar. É só ser responsável e saber dividir o tempo….
Bjs!
Pitty postou em sexta-feira, 24 julho 2009 às 8:47 pm
Pow gosteii muitoo dessa grandee mensagem…Eu tenho uma filha e sou mãe solteira ficaria muito triste se alguem me despensace pq causa dela…Mais de nenhuma forma eu escondo minha filha se me queer tem que querer minha linda bonekkinhaa.Bjos e fica com deus Glaúcio
Luciane Silveira postou em domingo, 2 agosto 2009 às 3:20 pm
Adorei o texto!!!! Pura verdade…Eu tenho um filho de nove anos e faz quatro anos que me separei do pai dele e tudo isso já aconteceu na minha vido com apenas 28 anos.
Pois bem!!! Faz alguns anos que procuro um novo AMOR mas nada acontece, quando sabem da existência de um filho caem fora mesmo…Já procurei deixar bem claro que e uma criança de total responsabilidade minha…Mas nada consegui virar o jogos…Enfim estou totalmente descrente que posso ter um novo AMOR…Porém vou levando minha vida…
Bjus
LS
Lucélia postou em domingo, 9 agosto 2009 às 10:59 pm
Adoreiii o texto! Pura verdade!
Tenho uma filha linda de 01 ano e 2 meses, e também sou solteira. “Ainda” não passei por esse tipo de situação, pq não me envolvi com ninguém desde que eu e o pai dela acabamos o namoro, mas queria sim encontrar um novo AMOR! … tenho medo também da discriminação, mas como disse a Luciane, “vou levando minha vida…”
Bjuss e ótimo texto!
Telma Maciel postou em segunda-feira, 17 agosto 2009 às 7:25 pm
Primeira vez que venho ao blog e vejo um post que é a minha cara! rs
Bom… acho que um dos erros é deixar pra falar da criança depois (no 5º encontro?!). Geralmente eu falo no primeiro (até no terceiro eu acho aceitável) e aí podem acontecer duas coisas:
1 – a pessoa aceitar bem e querer continuar saindo, querer te conhecer melhor, conhecer a criança e a coisa virar algo sério ou…
2 – o cara achar uma MARAVILHA: “ah… ela já teve um filho, tá solteira… vai ser ‘facim’!” E aí só quer sexo…
Na maioria das vezes dá pra perceber a diferença entre as duas posições. E eu, na maioria das vezes, me dei mal tbm e não levei nada adiante…
É chato pra gente (mãe / pai solteiro), mas acho q um dia a gente chega lá!
Eliano postou em sexta-feira, 21 agosto 2009 às 11:57 am
Excelente texto.. isso é verdade.
Bia Ururahy postou em terça-feira, 24 novembro 2009 às 1:07 pm
Oieee!!!
Então, tenho 27 anos e uma filhinha de 6. Me dou super bem com o pai dela, e sou, inclusive, muito amiga da mulher q posteriormente ele veio a se casar, e acredito que tudo isso ajuda e mto no fato da Gabi ser uma crianca incrivel, inteligente, amada e feliz. Eles são super presentes na vida dela, tanto monetariamente como fisicamente ( o que não é nenhum favor que ele faz, diga -se de passagem, é obrigação de PAI), mas infelizmente na nossa sociedade a gente tende a dizer ” Gracas a Deus né Bia, que o Fulaninho é presente na vida da gabi” Gracas a Deus o escambau… nada menos que a obrigação dele e de todos os pais… mas enfim…
E acho q esse fato, de ser super bem resolvida com isso, a Gabi nunca foi um atraso na minha vida amorosa, pq fica bem claro para os meus pretendentes que eu não preciso de um pseudo pai e nem de um provedor para ela, pois ela ja tem o dela de direito E obrigação – Seu proprio pai.
Concluindo, acho q mto desse preconceito vem por conta de mulheres que acabam vendo nos seus proximos relacionamentos uma chance de perder o stigma de mae solteira, colocando na conta do cara uma obrigação que ele não pediu para ter. Eu posso casar 10 vezes, mas sempre vou ser mãe solteira para a Gabi, e sua educação e sustento vai depender de mim ( sempre) e de seu pai ( se ele tiver carater) e não do meu proximo marido, sacou? A decisão de se ter um filho é mto seria, e qd a mulher optar por seguir adiante, deve ter em mente que sempre será ela+ seu filho, pra sempre. O resto pode vir para ajudar, mas sem a obrigação.
Leandro postou em terça-feira, 29 dezembro 2009 às 3:44 pm
Eu acho um absurdo uma mulher ser ridicularizada ou discriminada só por ela ser mãe solteira ,ridículo isso .
Namoraria sim ,embora eu ache que eu não tenha maturidade para namorar uma mulher com muito mais bagagem de vida do que eu ,mas quando se gosta isso não é empecilho .
A mãe solteira é vitima de preconceitos absurdos em uma sociedade extremamente machista .
bia postou em domingo, 3 janeiro 2010 às 12:39 am
achei ótimo o texto…naverdade coloquei mãe solteira
no google pra procurar ajuda em como lidar com esse tipo de situação,estou passando uma “barra” com meu namorado,sou mãe solteira de um casamento de 7 anos meu filho tem 2 anos e meio,fazem 2 anos q me separei e 8 meses q estou namorando,no começo expliquei toda a situação pra ele foi dificil pra eu aceitar o namoro ele tentou por 1 mes e quando aceitei ele foi maravilhoso comigo e com meu filho,pois é,mas isso agora está mudando,ele disputa atenção com meu filho,diz q tenho q ser mais severa com ele,q ele está chato,e não é pq sou mãe dele ,mas ele é uma criança muito calma,adorava ele mas agora não demonstra muito afeto por ele,parece sentir q ele não o quer por perto,não sei oq faço ,amo ele e sei q ele me ama,mas acho q a imaturidade dele nessa disputa ridicula com uma criança de apenas 2 anos e q é meu filho não nos leva a um futuro bom juntos,não tenho apoio da minha familia,não ficam com ele pra q eu saia com meu namorado,tudo isso pq não aceitam o final do meu casamento até hoje,então não sei oq fazer,meu pai pensa q casamento é pra vida toda ainda mais com um filho,só pra deixar claro..o fim do meu casamento se deu por meu ex-marido preferir amigos e bebidas alcoolicas e me deixava sozinha em casa com meu filho q tinha meses de vida,aguentei isso por 7 meses e um ano antes ele havia me traido com prostitutas,mesmo assim meus pais acham q ele merece mais uma chance por ainda demonstar amor por mim e ser um ótimo pai,sei q no começo meu namorado aceitava tudo eu dizia q não ia dar certo,tinha preconceito comigo mesma e ele dizia o contrário,q tudo iria dar certo,q adorava meu filho e q faria o impossivel pra fazer feliz,agora mudou tudo,mas agora é tarde gosto muito dele e estou muito mal por me sentir dividida,por saber q está na hora de escolher entre ele ou meu filho….ou ir “empurrando com a barriga” esse relacionamento pra ver oq vai dar,mesmo sabendo q não vai dar….me desculpem pelo desabafo!!!
Flavia Cassiane postou em sexta-feira, 22 janeiro 2010 às 3:14 pm
Oi, adorei o texto,
Hoje descobri q estou gravida tenho 21 aninhos, estou com medo da reação dos meus pais, pois serei mae solteria, pois meu namorado faleceu fim do ano, ainda estou perdida nao sabendo o q fazer, tbm tenho medo de nao encontrar alguem q vai gostar de mim por ter um filho, mais confio em Deus, e vou amar muito meu filho independente do q acontecer, ja o amo… estou feliz, agora e so esperarar.
Luciana postou em quinta-feira, 4 março 2010 às 2:01 pm
Eu sou Mãe solteira e meu filho tem 7 anos , eu namoro uma pessoa solteira e sem filhos há 3 anos e 10 meses , nunca tive problemas com ele nem com a família dele , minha sogra adora meu filho , toda vez que vamos lá ela compra bolo e biscoito pra ele . Fazemos planos de noivar esse ano e casar no outro . a família dele me adora .