Diário de Solteiro


Quando nos enganamos com as pessoas

Publicado por sanseverini em 2 outubro, 2009 às 12:10 am | 26 comentários

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A arte de se enganar com pessoas não é nem um pouco recente. Quantas vezes podemos dizer que nos enganamos com as pessoas de todos os tipos e de maneiras diferentes? Bom, vocês eu não sei, mas como parece que minha vida passada foi bem cretina, eu direto topo com pessoas que no final acabam me enganando. Contarei aqui algumas histórias bem “interessantes” que aconteceram comigo com pessoas diferentes:

1ª O cara do bar

Como de costume, no semestre passado a galera da faculdade se reunia às quartas-feiras no bar perto da faculdade pra confraternizar qualquer coisa que nos interessasse. NUma quarta-feira dessas, estava por lá cantarolando alguma coisa quando meu celular tocou, e como com o barulho do bar era impossível atender, segui para a entrada do bar pra poder atender lá fora. Eis que cruzo com um cara boa pinta, desses com um belíssimo sorriso. Ele simplesmente cutucou minha tatuagem do ombro. Como eu tinha uma ligação para atender, disse que voltava mais tarde. Conversa no celular vai, conversa no celular vem, acabei me esquecendo de ir conversar com o cara e, quase na hora de ir embora, cruzei com ele e começamos a conversar. Ele me pareceu um cara simpático e disse que gostaria de conversar comigo mais vezes. Eu disse que estava sempre no bar e que daqui quinze dias nos veríamos de novo, já que a quarta seguinte seria feriado e não teria aula. Ele concordou e eu saí. Mas algo me dizia que eu não deveria esperar quinze dias pra conversar com o tal cara e eu voltei ao bar com a desculpa de comprar um refrigerante. Enquanto o João pegava o refri, ele voltou dizendo que não aguentaria ficar sem conversar comigo durante tanto tempo e pediu meu MSN. Claro que eu entreguei na hora, né. Feito isso, dei um tchau e segui meu rumo.

No dia seguinte foi aquela ansiedade esperando o cara do sorrisão entrar no MSN, né. Quando a plaquinha subiu ainda tive que esperá-lo vir puxar conversa. Não demorou muito e ele mandou um “Oi.” Resumindo a conversa: ele me chamou pra almoçar no Spoletto e pra tomar sorvete na praia. Tá, não foi o melhor dos convites de almoço mas tava valendo. Pra quem come até dog na rua, o que é uma rede de fast food italiana? Só tinha um probleminha. Eu não tinha certeza da beleza dele por causa da iluminação do bar e convenhamos: A primeira coisa que prestamos atenção em uma pessoa numa balada ou bar é a beleza. Quando saímos com pessoas não tão bonitas é porque a conhecemos de antes e sabemos que ela é legal. Enfim, pedi o Orkut do cara. Ele, muito solícito me passou. Quando eu entrei, a surpresa. Ele namorava. (Tá, não faz tanta diferença pra alguém que já saiu com um cara noivo, mas ainda assim, ser avisada com antecedência faz toda a diferença). Quando eu fui conversar a respeito com ele, a única coisa que o sem vergonha me respondeu foi: Você não tinha me perguntado se eu era solteiro. – pausa pra reflexão – Mas peraê, não foi ele quem chegou em mim no bar? Porque raios eu deveria perguntar? Depois de discutir um bom tempo com o mané, ele chegou a conclusão de que eu não era a mesma que ele conheceu no bar, que eu havia mudado, que não era mais a mulher encantadora do sorriso lindo que ele conheceu. Bom, quando decidiu me bloquear e excluir foi tarde, né?

2ª A amiga que era irmã

Durante os dourados tempos de colégio, quando eu ainda era magra e usava sutiã 38, duas meninas eram as minhas melhores amigas. A Joey e a P. (de piranha) A princípio, a Joey não gostava de mim porque o T., por quem ela era apaixonada, quis ficar comigo numa excursão pro Passa ou Repassa. Com o tempo nos tornamos boas amigas. Minha primeira balada e meu primeiro copo de caipirinha foi com as duas. Como éramos três, uma sempre se sentia mais excluída que a outra e, na maior parte do tempo, era eu. Até que um tempo depois acabamos brigando com a Joey e ficamos só eu e P. Como gostávamos de sair pras baladinhas e o pai dela era um pai completamente ausente, quem sempre nos levava e nos buscava era o meu pai. Com o tempo a amizade foi se fortificando até que chegou um ponto em que ela chamava meu pai de pai. E aquilo me incomodava, mas como uma boa amiga, eu dava uma risada e não ligava. Certa vez, depois do colégio, combinamos de ir beber em um posto perto da escola. Eu só poderia chegar mais tarde porque havia combinado com duas gringas intercambistas de ir até o centro da cidade com elas (já que eu era a única que sabia falar inglês da sala, meio que fui pega pra Cristo, meio que me ofereci também. Pra ver se melhorava minha reputação de inútil e causadora dentro da sala). Bom, quando cheguei no posto, a P. estava completamente bêbada e pouco tempo depois, de bêbada passou a desacordada. Imediatamente chamei um amigo que nos buscou de carro com outro amigo. Nós a levamos pra casa, demos banho nela (vestida de calcinha e sutiã) e café pra ver se ela melhorava. Nada acontecia. Resolvemos levá-la até a mãe dela. Primeiro eles me deixaram no trabalho e depois a levaram. Chegando na escola em que a mãe dela trabalhava, os meninos foram recebidos com tapas na cara e palavras do tipo: Vocês tentaram drogar a minha filha virgem e evangélica e perfeita. Vocês fizeram isso pra tentar estuprar a minha filha. E a Letícia faz parte disso. Resumindo: Quase fui expulsa da escola por culpa da P. Fui acusada de drogar e deixar a filha da S. pra ser estuprada pelo próprio ex-namorado dela e por mais um amigo. E descobri que na verdade ela só era minha amiga por causa de carona pra balada (bem provável e plausível essa última parte). Nunca ouvi um pedido de desculpas ou agradecimento por parte dela e recentemente descobri que ela estava ficando com um amigo meu. Fiz questão de falar dela pra ele. Ele parou de ficar com ela. Agora ela fica com outro amigo meu. Eu não falo mais nada. Fiz minha parte uma vez. Agora que descubram sozinhos.

3ª A piriguete que me surpreendeu

Ano passado, logo no começo do namoro, acidentalmente quando fui fazer uma ligação do celular do I. (de Imbecil) chegou uma mensagem da M. (de nome de verdade, sem ofensas) perguntando se naquele dia os dois se veriam. A discussão, é claro, foi enorme e o meu ódio pela M. já tinha começado aquele dia. Durante boa parte do namoro, me vi atormentada pela M. que frequentava os mesmos lugares que ele, mandava mensagens pra ele e provavelmente, como eu imaginava, conversava com ele via MSN. Algo também me dizia que essa M. não poderia ser tudo aquilo que eu imaginava, por mais que eu a detestasse por saber que o I. namorava e continuar correndo atrás dele. Pra encurtar a história: A M. não sabia que o I. estava namorando porque o I. fez questão de enrolá-la ao mesmo tempo que ele me enrolava. Terminei com o I. no começo do ano e pouco tempo depois comecei a conversar com a M. Além de ela ser um amor de pessoa, é do jeito que eu imaginava. Uma menina/mulher inteligentíssima e muito parecida comigo. Coincidência ou não, mesmo ela sendo pequenina e parecendo uma bonequinha, é chamada de traveco pelos amigos mais chegados. Eu sou mais por causa do tamanho mesmo.

O que se aprende dessas três histórias é que não adianta há quanto tempo você conheça a pessoa, ela pode te surpreender tanto positiva quanto negativamente. O que não significa que você não deva conhecer mais ninguém, mas fique sempre com um pé atrás por segurança. E vocês, já se enganaram com amigos ou ficantes?

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Comentários do Post

  1. Youkai Sanseru comentou no dia 02/out/2009 às 12:34 am

    UAU… quanta coisa… realmente isso é lição de vida. Nunca se sabe realmente como são as pessoas ao nosso redor.

  2. Thaís comentou no dia 02/out/2009 às 1:02 am

    No fim das contas, ninguem nunca conhece ninguem de verdade, fato.

  3. Carolina Diniz comentou no dia 02/out/2009 às 1:30 am

    Assim como as pessoas nos surpreendem, nós surpreendemos as pessoas. Faz parte!

    Bacana seu texto

  4. Ana comentou no dia 02/out/2009 às 2:00 am

    Bem… achei o texto muito interesante… concordo plenamente que realmente não conhecemos as pessoas como elas realmente são… assim como não mostramos como realmente somos tbem!!! não que sejamos falsos… é que vivemos em constantes descobertas e transformações… mas em certos casos essas mudaças são para piores… só não gostei da parte da “evangelica”, pq sou evangelica e curto o blog de vcs… mas enfim… isso não vem ao caso…
    Parabéns pelo texto…

  5. sanseverini comentou no dia 02/out/2009 às 2:15 am

    Youkai, Thaís e Carolina -> Exatamente. É muito fácil se surpreender com as pessoas e no final, o que sobra é a lição né? Pra tentar não cometer os mesmos erros de novo.

    Ana -> Entendi exatamente o que você quis dizer, e nem sempre a gente consegue mudar pro bem mesmo, mas algumas pessoas deveriam se lembrar que estão mexendo com a vida de outras pessoas também né? Quando ao caso dela ser evangélica, peço desculpas se pareceu como uma ofensa. Quando estava escrevendo meio que joguei toda a raiva no texto e acabei não explicando. O que eu quis dizer é que por muitas vezes ela usou essa desculpa como se fosse uma pessoa pura, como se a religião mudasse a pessoa ou a fizesse melhor quando na verdade ela só se escondia por trás de uma formação religiosa. Sendo que, nem seguir ela seguia. Apenas a mãe dela era/é evangélica de verdade. De novo, peço desculpas. Não quis mesmo parecer preconceituosa. ;)

  6. Sexy Help Desk comentou no dia 02/out/2009 às 7:18 am

    Oi Letícia,

    Durante a vida a gente toma umas porradas mesmo, isso é comum. Mas o que eu fico mais impressionado é como isso acontece muito mais com as mulheres. O que eu já ouvi histórias de amigas-irmãs-para-sempre que brigam e depois não se falam mais (quando não viram inimigas mortais) não é brincadeira. Acho que esse tipo de comportamento é muito mais frequênte com as mulheres e não sei exatamente porque. Vc teria alguma idéia?

    Sempre acompanho as suas histórias aqui no DDS e acho seus textos o máximo! Parabéns por mais este! Beijo do SHD…

    Alberto do Sexy Help Desk publicou um post sobre.. Você já fez algo estranho no sexo? Então confira em: “Práticas sexuais incomuns – Parte 1”

  7. Carlos DF comentou no dia 02/out/2009 às 9:13 am

    Essa é a vida, são as pessoas, é fácil se decepcionar. Minha decepção foi com alguns amigos de ensino fundamental, gente que estudei por mais de meia década. Como eram gente boa naquela época, e muito tempo depois foram se mostrando interesseiros, isso é muito broxante.

  8. Kevin comentou no dia 02/out/2009 às 9:23 am

    Já passei várias vezes por isso…

    Na época de faculdade, eu saí algumas vezes com uma menina que um amigo meu era apaixonado, só q ele NUNCA me falou nada. E então ele resolveu contar diversas coisas pessoais minha para me queimar com ela. Resultado, ela de sair comigo, ele tentou chegar nela (comigo dando apoio, pq nem fiquei encanado), tomou um corte absurdo dela e ela justificou para uma amiga nossa justamente o fato dele ter me queimado com ela. E foi qdo eu descobri… hoje nem somos tão amigos mais, justamente por essa mancada após uns 8 anos de amizade.

    Um outro foi a mesma coisa, me queimou com uma guria q eu saia (e gostava MESMO!) e empurrou ela para um outro amigo nosso, pois segundo ele ‘era melhor para ela’. Tudo isso só para ver se ia sair treta entre os amigos. Tosco né?

    E o terceiro foi com uma mina, q eu saía com ela e curtia ela. Mas no final descobri q o q ela curtia mesmo era um rock-barzinho que eu tinha.

  9. Veronica Couto comentou no dia 02/out/2009 às 10:08 am

    Dificil alguém nunca ter passado por situação parecida. Mas acho que de certa forma, tudo tem um motivo p acontecer, p aprender etc. Talvez as pessoas que façam isso, demorem p aprender…kkkkk, mas eu sempre gosto de pensar pelo lado… que aqui se faz, aqui se paga! rsrsrs Por isso acho que quando conhecemos alguém com boa indóle, por favor, agarrem, pq tá em falta no mercado hj em dia!
    bjus

  10. Thiago Oliveira comentou no dia 02/out/2009 às 10:08 am

    Na vida, magoamos e somos magoados. Faz parte da nossa natureza.

  11. Ana Paula comentou no dia 02/out/2009 às 10:17 am

    Legal o texto…
    Mas aquela historia né… Confie sempre desconfiando.
    Nunca sabemos quem realmente esta sendo sincero de verdade com a gente, mas enganos, magoas e erros é uma coisa que acontece com todos.. Como o Thiago disse.. Faz parte da natureza, temos é que saber como ligar com certas situações.

    beijoos

  12. Laysa comentou no dia 02/out/2009 às 10:45 am

    Então vc e uma batalhadora q nen eu pq ja passeiii por mtos momentos parecidos mais não menos dolorosos..
    agora mesmo termineii( solteira tava na hora) pq vii q era tudo ilusão( cara namorava, mais só fui descobrir qdo ja estava apaixonada aff)

    mais vamos lá bola pra frente …

    otimo texto…

    beijooss

  13. Gisele Dias comentou no dia 02/out/2009 às 10:57 am

    Se já me enganei? Nossa, não da nem pra contar… O que mais existe é gente enrolona, seja ele (a) seu parente, amigo, ficante ou namorado.
    Concordo que é sempre bom manter um pé atrás para possiveis surpresas… Nem todas as pessoas tem as mesmas boas intenções que nós.

  14. Luh comentou no dia 02/out/2009 às 11:49 am

    Haaaaaaaaaaa

    adorei!! Aconteceu comigo a pouco tempo! Tinha um carinha na faculdade que sempre me olhava (pra não falar secava). Olhava tanto que as vezes achava que tinha alguém do meu lado, quando olhava era ele de longe me olhando. Há um mes e pouco atrás eu vejo a figura na facul. Eu tava saindo, ligando pras minhas amigas pra gente ir embora juntas, ele passou por mim e disse “Ê lora linda, agora que formei nem vou te ver mais”. Eu no tel só sacudi os ombros do tipo “sorry”. Entre na padaria e ele foi atrás, se apresentou, perguntou se eu tinha orkut, eu disse que sim e ele disse q ia me add. Daí vcs já imaginam… Add no orkut, depois msn.. conversa vai, conversa vem, falou q ia passar na facul pra me ver numa sexta. Foi, conversamos no intervalo e tals ( no buteco é claro), chegou a hora de subir, meus amigos subiram e eu fiquei, enrolei ele e subi. Não fiquei. Aí ficou mandando msg pra mim, todo fofo e tals, me ligou o fim de semana inteiro, ele estava em outra cidade. Na segunda não fui a aula, na terça ele foi lá e ficamos. Era meu amor pra lá, meu amor pra cá. No outro dia ele foi lá e me pediu em namoro. Assustei, não aceitei e falei pra gente ir com calma. Ele era quase um GPS ambulante. Um amigo meu chamava ele de nextel. Daí veio o feriado, por motivos familiares fui para um sitio com minha familia. Quando voltei, aquele ser atencioso tinha desaparecido. Era uma pessoa totalmente ausente. Eu, de TPM, neurei, mandei um email pra ele perguntando o que tava acontecendo e tals. Ele veio conversar comigo no msn, falando que era neura minha, bla bla bla. Tá… desceu, mas não engoli. Daí em diante ele passou a estar sempre ‘correndo’, sem tempo até que quando fez um mes do nosso nao namoro, entro no orkut e vejo 3 depoimentos de uma tal S. e vários scraps da mesma fazendo mil declarações.. Meu sangue ferveu, pra piorar ele entra no msn com uma frase “Te amo demais PKENA”. Pensei, não sou pkena, tenho 1.73, isso não é ser pequena. Flei com ele que era melhor a gente parar por ali e mais um tanto de coisas e já que tudo começou pelo orkut e msn, terminei por msn msm. Ele meio que fingi de bobo ainda, fla que tá com saudades, que sou especial, bla bla bla e eu fico rindo da cara dle.
    Ainda bem que sigo meus instintos, imagina se tivesse aceitado o tal pedido de namoro?

  15. Ricardo comentou no dia 02/out/2009 às 1:59 pm

    Correcto em algumas partes , mas como tudo na vida existe sempre o reverso da medalha, o que nos opinamos de alguem nao quer dizer que outra pessoa nao tenha opinado de nos. tem sempre 2 historias em cada relaçao , e cada uma correcta em seu ponto de vista.

  16. Selecto comentou no dia 02/out/2009 às 2:55 pm

    Pois é. Às vezes parece que estar realmente disponível para se relacionar não é importante na hora de começar um relacionamento…

  17. Sergio comentou no dia 02/out/2009 às 3:36 pm

    o que mais tem nesse mundo é FdP!

  18. sanseverini comentou no dia 02/out/2009 às 5:05 pm

    É, se até Jesus se enganou com Judas, por que nós reles mortais não vamos nos enganar com outros reles mortais? Fico feliz em saber que sempre tem gente que se identifica com o que eu escrevo e é sempre bom saber que, assim como eu superei, pelo menos alguns de vocês superaram. ;)

  19. Raquele comentou no dia 03/out/2009 às 12:23 am

    Bem, acho q é inevitável nos supreendermos com as pessoas, e por um lado isso é bom p não tornar a vida monotona… Porém, falta de carater é injustificavel! Já passei por essas 3 situações (parecidas né?rs). A primeira recentemente (mas o cara é da academia, malha mesmo horário q eu, então imagina…aff… cafachorro total), a segunda e a terceira foram no colegial (Nessa época, vc é o agredido ou é o agressor né… Adolescentes são extremistas, ou são pervesos ou são bobos ( eu era boba,óbvio… E sofria… oh como sofria! haha). Hj ainda confio em algumas pessoas, mas confio mto mais em ditados populares. –“aqui se faz, aqui se paga“– Situação: [Pode fazer o q for comigo, amanhã vou rir de vc qdo descobrir q sua namorada caiu na cvs de outro cafachorro e te transformou em um boi. ^^... Vou rir tb qdo sua filha virgem aparecer grávida sem saber quem é o pai... E não serei pervesa fazendo isso, foi vc msm q escolheu, devia era estar feliz.] –” Faça com os outros o que gostaria que fizessem com vc.” rs

    Sanseverini, Parabéns pelo post! Sou mais uma que se identifica d+++ com eles . E ” vamo q vamo levando a vida” com trilha sonora: ” Beber, cair e levantar… Bber, cair e LEVANTAR.” ( e rir!! mto!!) rs

  20. Carol Cucick comentou no dia 04/out/2009 às 1:04 pm

    a ultima palhaçada eu faço questao de te contar pessoalmente. ;)

  21. Samantha comentou no dia 05/out/2009 às 7:47 pm

    Já passei por isso mtas vezes, agora tô sempre c pé atrás c td mundo… pois é né, gato escaldado fica cabrero c td!! rsrs
    Lendo seu texto, me lembrei de uma amiga q só convidava uma outra amiga nossa p sair pq ela tinha carro… achava isso de uma maldade tão grande q foi aí q eu comecei a reparar mais na pessoa… pq até então a gente dependia dos pais msm, ñ tínhamos idade p ter amigas q dirigiam… rs… daí passei a perceber o qt ela era fria e interesseira, e a cada dia ela me dava provas de q ñ era uma pessoa q valia a pena!! é mt triste vc constatar isso de alguém q se parecia tanto c vc qd eram mais novinhas!!! Mas essa coisa de amigas de infância é mt foda, pq c o tempo as pessoas vão mostrando como elas são!! Mas hj em dia, se eu desconfiar q uma amizade ñ está sendo saudável eu já pulo fora na hora!! E o resto da humanidade fica sempre achando q eu é q estou sendo cruel, mas foda-se… já fizeram coisas horríveis e extremamente cruéis comigo, privar alguém da minha companhia nem é tão horrível assim!! rssrs

  22. Nana comentou no dia 08/out/2009 às 10:25 pm

    Sempre fui mais desconfiada e sempre saquei bem as pessoas. Acho que por isso, na maioria das vezes que me deparei com esse tipo de coisa, consegui driblar antes que fosse prejudicada. Não sei, mas normalmente quem faz esse tipo de coisa costuma ser bem óbvio, a gente logo saca.

  23. Sanseverini comentou no dia 09/out/2009 às 1:29 pm

    Que isso Nana.. Todas as vezes que eu fui enganada eu não desconfiei nem um pouquinho acredita?? E ó que eu nem sou tão tonta assim. Claro que tem essas pessoas que são óbvias e logo a gente saca, mas essas das quais eu me enganei nunca deram motivo pra desconfiar até fazerem o que fizeram. =\

    Enfim, passado todos eles. Não me importam mais. ;)

  24. Ana Paula comentou no dia 12/out/2009 às 6:41 am

    Ola Leticia
    Ha algumas semanas que eu achei esse blog no google sem querer e gostei muito dele. Ai quando vi sua foto fiquei surpresa! Sou a Ana irma da Mari que estudou com vc no ginasio, ta lembrada?
    Parabens pelos posts, gostei mesmo!
    bjuss

  25. Juliana Stelmak comentou no dia 13/out/2009 às 12:51 pm

    Eu questiono uma coisa: e qdo a pessoa pisa na bola e te pede uma outra chance? Claro que como cristal nada volta a ser como antes e o dito cujo se sente no direito de te jogar na cara que vc não confia ou acredita nele?
    Eu passo por isso. Eu sei q ele se arrependeu e não vai repetir o erro, mas ele mesmo não acredita que eu acredito nisso…
    abÇ a todos.

  26. Estelita comentou no dia 11/mar/2011 às 12:37 pm

    No fim das contas ninguém conhece ninguém, o que fica é sempre lição.
    Depois de dar muita cabeçada, aprendi que quando descobrimos que alguém é realmente importante para nós, devemos sempre deixar isso claro, isso quer dizer pintar e desenhar, e observar a reação do outro; se vc for correspondindo, vc descobrirá na hora, caso contrário, pule fora, esse mundo é enorme, e com certeza tem alguém que vai realizar todos os seus desejos. Eu acredito nisso !!!

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